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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

"Viagens" e "Chama-lhe Amor" no Porto

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É já no próximo dia 11 de Outubro, que vamos estar no Porto, a Vera Lúcia Silva e eu para as apresentações dos livros Chama-lhe Amor e Viagens. Será às 16h30 na Maria Bôla - coffee & bakery na Rua de Cedofeita nº 516 - Porto. 

Eu irei apresentar o livro da Vera e ela apresentará o meu livro.

Viagens tem o prefácio de M.J. - que fala das viagens - e as palavras finais de Maria das Palavras - que pos a patorra num livro - M*Sofia MargaridaNiceNathy e BataeBatom - num Art's friday

Sobre Chama-lhe Amor, a Gaffe, a Maria das Palavras, a Petrolina, a Mia, a Joana, a Dona Pavlova, a Cris já leram e escreveram sobre ele.

Contamos convosco por lá?

 

e já agora, caso pretendam ganhar dois dos meus livros, há Passatempo Duplo no Planeta da Márcia

Chama-lhe Amor

Chama-lhe Amor de Vera Lúcia Silva
Editado em 2015 pela Lua de Marfim
ISBN: 978-989-8724-65-6

Sinopse 

Maria é uma mulher de meia-idade, casada, com três filhas e com um trabalho estável onde perde os dias. No entanto, não é feliz.

Durante anos Maria coloca em papel as palavras que lhe intoxicam a alma e que são a descrição de um amor impossível, que a acompanha desde sempre, num crescimento e formação pessoal.

Este livro é a descrição dos anos que passam por entre a vida, num sentimento lúgubre de ausência, abandono, inutilidade e amor obsessivo e um acompanhamento da perda das suas capacidades mentais e físicas até lhe ser dada a perceber a real dimensão do sentimento que a consome.

A minha opinião

Não posso precisar o dia em que a Vera me falou, a primeira vez, no livro que ia começar a escrever. Sei que, conhecendo a escrita dela como conheço, fiquei ansiosa por o começar a ler e pedi-lhe, por tudo, que me fosse enviando conforme fosse escrevendo. E ela, que é uma querida (mas não lhe digam nada) assim fez.

E, definitivamente, apesar de esperar qualidade, a verdade é que fui surpreendida pela excelência. Posso contar-vos que, acho que foi na segunda remessa de texto, após receber o texto, comecei a ler às 23h, pensando que só ia ler um bocadinho antes de ir dormir. Pois… li até ao fim e fiquei aborrecida por terminar ali. Quando, finalmente, recebi a versão final, li todas as páginas de seguida e sem intervalo.

Chama-lhe Amor é um diário. O diário de Maria, uma tipa comum que, no Sábado, foi calçar umas meias, e que se apaixona de uma forma intensa. 

Todos devíamos amar com a intensidade com que Maria se apaixona e como vive esse amor. Porque não há amores errados ou pessoas erradas. E é isso que vamos pensando enquanto Maria nos vai descrevendo como passa os dias e como se sente em relação a este amor.

Se esperam um romance leve, um romance que não vos obrigue a pensar, então este é o livro errado. Como o amor de Maria, este é um livro que nos leva a reflectir sobre a dimensão do amor e da mente humana. Mais não fosse por isso e valeria cada palavra nele escrita. Juntemos-lhe a concretização dum sonho da Vera e temos este Chama-lhe Amor. Leiam e depois digam-me se não tenho razão.

Podem conhecer mais sobre este livro e contactar a autora através desta página no facebook:

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4 Julho na Amadora

Podem aturar-me em dose dupla. E porquê?

Porque às 17h estarei a apresentar o fantástico livro Chama-lhe Amor de Vera Lúcia Silva, um livro poderoso e que merece, sem dúvida, ser lido. Um livro que nos ensina que amar de forma errada, às vezes, é a forma de amar mais completa.

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E depois, às 18h30, a Telma Marques vai apresentar o meu livro Viagens

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Conto convosco por lá?

Chama-lhe Amor

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Há pessoas que nos marcam. Que entram de mansinho nas nossas vidas e que, aos poucos vão ganhando o seu lugar e que, de repente, damos conta que já não passamos um dia sem dizer olá, sem conversar com elas. Foi assim com a Vera. E quando a Vera começou a enviar-me partes deste seu romance eu fiquei encantada. Já sabia da sua apetência para a escrita mas, confesso que, ainda assim, me surpreendeu pela positiva. É um livro viciante, que se lê na pressa de chegar ao fim e de saber, afinal, se a Maria fica com a sua paixão ou não. E digo-vos eu, que tive o grato prazer de o ler antes de ser editado, que todos nós devíamos amar assim.

Mas o meu prazer não fica por o ter lido antes de ser lançado. Vai ser ainda maior porque a Vera me convidou a apresenta-lo no dia do lançamento. Que coincide com o dia da apresentação das minhas Viagens na Amadora. É no próximo dia 4 de Julho, às 17h. Conto convosco a essa hora!

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Sinopse 

Maria é uma mulher de meia-idade, casada, com três filhas e com um trabalho estável onde perde os dias. No entanto, não é feliz.

Durante anos Maria coloca em papel as palavras que lhe intoxicam a alma e que são a descrição de um amor impossível, que a acompanha desde sempre, num crescimento e formação pessoal.

Este livro é a descrição dos anos que passam por entre a vida, num sentimento lúgubre de ausência, abandono, inutilidade e amor obsessivo e um acompanhamento da perda das suas capacidades mentais e físicas até lhe ser dada a perceber a real dimensão do sentimento que a consome.

Passagem do livro

Amo-te. Repito hoje, creio que te repeti ontem e às vezes já nem sei as vezes que repeti na cantilena das folhas secas que caem nos jardins do bairro.

E nunca amei assim, com esta dimensão de vida que me calca o peito e a alma e comanda as palavras. Nem – porque não dizê-lo? – os meus filhos. Nunca amei alguém, com ganas de morrer e viver e saltar e ficar quieta, em prantos de ausência, como te amo a ti. Nunca amei a pessoa errada.

Desta forma errada.

E ainda assim, repara, acredita, ainda assim juro que nunca estive tão certa do que sinto e do que me constrói naquilo que sou. Amo-te. Nasceu sem eu dar conta. Cresceu de mansinho em cada manhã, em cada palavra banal, em cada olhar teu de abismo.