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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

A distracção

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Há uns anos atrás – mais do que aqueles que tinha na altura – sai de casa dos meus pais, como de costume, para ir trabalhar. Já na altura saia cedo de casa, por volta das 7h/7h15, sempre cheia de sono (obviamente!)

Ora, numa rua com pouquinha gente àquela hora da madrugada, naquele dia meteu-se um homem à minha frente. E eu desviei-me. E ele desviou-se para o mesmo lado. E eu desviei-me de novo e ele idem.

E eu pensei: mas que raio quer este?

E o homem vira-se para mim e diz-me qualquer coisa como: vamos continuar a dançar ou vais dar-me um beijo?

Era o meu avô!

Chapéus (de chuva) há muitos

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Sua palerma...

Quem te manda a ti, Magda Maria (sem Maria) sair de casa, em dia de chuva, sem chapéu? ainda para mais, sua idiota, espreitaste pela janela da cozinha e percebeste logo que, apesar de, no Barreiro, estar apenas a chuviscar, as nuvens por cima de Lisboa anunciavam chuva e daquela que molha parvos e menos parvos.

Ora se viste isso tudo, explica-me lá porque raio saíste de casa ligeirinha, sem chapéu de chuva?

Não tens resposta, não é? Pois... e depois queixaste que te molhas, que ficas encharcada, que te constipas... e que gastas imenso dinheiro em chapéus de chuva que ficam espalhados pelos quatro cantos porque te acabas por esquecer onde os deixas!!!!

Toma juízo, 'pariga, toma juízo que o Inverno está a chegar, a chuva também e vê se te habituas a andar de chapéu. É que, se não te habituares, quem vende chapéus agradece mas a tua carteira não!!!

 

Eu & as datas de aniversário

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Dizia a Maria, aqui há uns meses, que atire a primeira pedra quem nunca passou o dia a pensar que tinha de dar os parabéns à pessoa X que faz anos. Só que nunca o chega a fazer.

Pois, eu não posso atirar pedra alguma porque sou ainda pior que ela. E tive a prova nas férias e hoje, mais uma vez.

Passo a explicar.

Tenho um telemóvel fantástico que me avisa dos aniversários todos. Ao meio dia do dia anterior do aniversário. Podia ser no próprio dia mas não. É na véspera. Já tentei alterar quando são dados os alertas mas desconfio que não o consegui por aselhice.

Adiante que isto não é o pior.

Pior mesmo é que recebo, por email, dois alertas de cada aniversário, por cortesia do Birthday Alarm. Um na véspera e outro no próprio dia. E recebo-os no email ao qual tenho acesso constante, o meu email particular.

Ora acreditaríamos que eu nunca me esqueceria dum aniversário, não é?

Pois… não é bem assim. Sou do pior que pode acontecer. E porquê? Porque apesar dos alertas todos, e que – não poucas vezes – me levam a avisar o resto da família e amigos, eu esqueço‑me à mesma.

A semana passada um dos meus tios fez anos. Na véspera falei com a minha tia e disse-lhe: amanhã não me posso esquecer de telefonar ao tio porque ele faz anos. Na manhã do dia de aniversário, ao telefone com a minha mãe e as minhas irmãs, falamos no assunto. Recebi os ditos emails. Obviamente que uma pessoa normal se iria lembrar. Eu não. Esqueci-me completamente. Valeu-me não fazer má figura porque me avisaram por sms, ás 23h, que ainda não tinha telefonado. Apeteceu-me, imenso, espancar-me!

E hoje… hoje o meu colega faz anos. Eu fui avisada! Por email – duas vezes – e pelo telemóvel (ontem). E quando ele começou a receber os telefonemas de parabéns, eu pensei: mas que raio, o aniversário não é hoje! Mas é!

Acho que me vou ali matar. Já volto…

(entretanto já lhe dei os parabéns!, valha-nos isso. E valha-me também que já trabalhamos juntos há 14 anos e ele sabe bem o que a casa gasta)