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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Eu & os Filmes 5/30

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Grande desilusão

Livros vs filmes. É normalmente por causa desta comparação que os filmes terminam em desilusão. Ou porque não respeitaram, de todo, o livro. Ou porque misturaram partes de livros diferentes...Confesso que, muitas vezes, evito ver o filme caso tenha lido o livro precisamente para evitar desilusões. Mas nem sempre é fácil...

 

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E os malucos participantes são: Alexandra, MulaSofiaAna SofiaDrama QueenMafaldaMagdaJustFatia MorJPAndy BloigGirl About TownRute, Nathy, Ana Rita Garcia,CaracolJoana, Bruxinha e M*

Eu & os filmes 2/30

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Com ou sem pipocas?

Com pipocas, obviamente! Ou salgadinhos. E uma bebida a acompanhar. 

Claro que em todos os casos, prefiro que seja assim em casa - podemos fazer o barulho que queremos, quando queremos e pronto. No cinema tenho sempre mais cuidado e evito mastigar as pipocas em momentos mais silenciosos para não incomodar quem está a ver o filme comigo.

 

 

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E os malucos participantes são: Alexandra, MulaSofiaAna SofiaDrama QueenMafaldaMagdaJustFatia MorJPAndy BloigGirl About TownRute, Nathy, Ana Rita Garcia,CaracolJoana e Bruxinha

Eu & os filmes 1/30

 

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 Em casa ou na sala de cinema?

Depois de quarenta dias em que se falou numa a paixão chamada livros começa hoje o desafio que, por 30 dias, me fará pensar em filmes, cinema e actores. A mim e aos malucos que aceitaram este desafio...

Comecemos pela primeiro questão. Filmes. Em casa ou na sala de cinema. Confesso que esta pergunta não tem resposta fácil.

Lá em casa somos 4 pessoas e, como devem calcular, ir ao cinema fica caro. Mas coloquemos de lado as questões financeiras e pensemos o que gosto mais.

Pois, aqui temos um problema. É que, se há filmes que podem ser vistos em casa, vestida de pijama e a poder mudar de posição sempre que apetece (ou andar para trás para tirar uma dúvida), outros há que tem mais impacto na sala de cinema.

Dou dois exemplos. Avatar é um filme fantástico mas que perde imenso se visto em casa. É, seguramente, um filme a ver no cinema.

a rapariga que roubava livros é um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos mas que se vê muito bem em casa, sentados ou deitados no sofá.

 

 

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E os malucos participantes são: Alexandra, MulaSofiaAna SofiaDrama QueenMafaldaMagdaJustFatia MorJPAndy BloigGirl About TownRute, Nathy, Ana Rita Garcia,CaracolJoana e Bruxinha

Eu & os filmes

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Fevereiro começou com uma paixão chamada livros que já terminou. Abril é mês de filmes e, por isso, eu, Alexandra, o Andy,  a The Daily Miacis, a Mula, a JP, a Fatia Mor, a CM, a Nathy, a Ana Rita Garcia, a Caracol, a Joana, a Mafalda, a Ana Sofia e a Just Smile (falta alguem ou está alguem a mais?) vamos, por 30 dias seguidinhos e a partir de amanhã, responder às seguintes questões:

  1. Em casa ou na sala de cinema?

  2. Com ou sem pipocas?

  3. Género preferido

  4. Género detestado

  5. Grande desilusão

  6. Grande surpresa

  7. Já vi muitas vezes

  8. Não quero voltar a ver

  9. Não vi nem quero ver

  10. Detestei

  11. Parece mentira, mas nunca vi

  12. Ator preferido

  13. Atriz preferida

  14. Embirração (ator/atriz)

  15. Adormeço sempre a meio

  16. Saga preferida

  17. Devia ter uma sequela

  18. Deviam era ter feito só um

  19. Se a minha vida fosse um filme

  20. Se eu fosse uma personagem

  21. Grande banda sonora

  22. Personagem inesquecível

  23. Pior personagem

  24. Erro de casting

  25. Sugeriram-me e adorei

  26. Toda a gente adora menos eu

  27. Estou ansiosa por ver

  28. Aprendi muito com

  29. Fartei-me de chorar

  30. O meu Óscar vai para...

A tag é eu e os filmes

O futuro é hoje

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É hoje, às 16h29, que Marty Mcfly chega do passado. Quem não sabe quem é Marty Mcfly (e haverá quem não saiba?), vejam, por favor, a trilogia Regresso ao Futuro.

Para comemorar essa data mítica, às 18h30 há uma sessão especial na Aula Magna - Reitoria da Universidade de Lisboa - que pretende celebrar a famosa data do filme Regresso ao Futuro II.

Será ainda lançado o documentário “Back in Time” sobre a trilogia Regresso ao Futuro, uma vez que passam agora 30 anos da estreia.

O documentário conta com entrevistas com o ator Michael J. Fox, o realizador Robert Zemeckis, o produtor Steven Spielberg e outras estrelas do elenco, uma reportagem com os fãs e a história da substituição de Eric Stoltz — o ator inicialmente escolhido para o papel de Marty McFly — cinco semanas após começarem as filmagens.

A sessão especial na Aula Magna contará com a exibição do filme “Regresso ao Futuro II” e a estreia absoluta e exibição única do documentário “Back in Time” em Portugal.

A entrada é livre.

Apoio: Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson e M80 Rádio

Podem ver o countdown em http://www.october212015.com/

Toda a notícia aqui 

E, para terminar, sabiam que a Nike vai lançar uns ténis que se apertam sozinhos?

Livros vs filmes

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Normalmente, nas férias, aproveito para ler (estranho, não?) mas também para ver um ou outro filme que me tenha chamado a atenção.

Viagem ao Infinito (A teoria de tudo) foi um deles. O livro, apesar de ser uma seca para alguns – por se tratar duma biografia – permite-nos conhecer a história de Stephen e Jane e das dificuldades que ambos tiveram para superar a doença de Stephen. Depois de ler o livro, e como já o disse antes, fiquei a admirar imenso Jane, pela coragem e pela força que demonstrou ao longo do seu casamento – ao mesmo tempo que me desiludi com Stephen que nunca soube reconhecer a mulher extraordinária que teve ao seu lado. Este caso é mais um dos casos em que se aplica, à risca a frase: por detrás de cada homem fantástico está uma mulher extraordinária. Stephen, entre outras coisas nunca agradeceu o que Jane fez por ele e pelos filhos do casal. O que, extraordinariamente, acontece no filme. Sim, é isso mesmo. No livro e em várias entrevistas que Jane deu a propósito do livro, este foi sempre afirmado – O Stephen nunca me disse obrigado – mas no filme ele diz obrigado. Mas as falhas ou incongruências não ficam por aqui. O filme não mostra as dificuldades financeiras que o casal passou no início da sua vida em comum. A acreditarmos no filme, a vida deles, tirando uma ou duas situações, foi um mar de rosas. Mas foi ao contrário. Foram imensas as dificuldades que tiveram, para mudar de casa, para terem uma casa em que não houvesse escadas, isto para não falar que houve imensos alunos e colegas de Stephen que ajudaram Jane nas viagens e nas saídas de Stephen. Outra das situações – e que desvirtua por completo a relação de Jane com Jonathan – é a insinuação de que houve sexo entre ambos enquanto Jane ainda era casada o que é desmentido no livro.

Podia continuar a mostrar as diferenças abismais entre o livro e o filme mas penso que ficaram com a ideia. Não chego ao ponto de dizer que não gostei do filme. Vê-se bem, Eddie Redmayne faz o papel de uma vida, mas para mim, que li o livro, ficou a faltar alguma coisa. Muita coisa.

A Rapariga que roubava livros foi o outro filme que vi baseado num livro que já li. Mas aqui o encanto do livro transmite-se no filme. Claro que há cenas cortadas ou encurtadas – é natural quando se passa dum livro para um filme – mas o essencial está lá. Confesso que o vi a medo, normalmente fico desiludida com os filmes quando li o livro primeiro, mas não foi o caso deste. Antes pelo contrário. Inclusivamente, direi que os actores escolhidos para os diferentes papéis foram escolhidos de tal modo que são exactamente como imaginei as personagens enquanto lia o livro. Simplesmente adorei.

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Também vi O Hobbit. Em tempos li todos os livros de J R Tolkien por ordem. O Hobbit, O Senhor dos Anéis e os Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média. Meu caro Peter Jackson, admiro imenso o teu trabalho, sem qualquer dúvida, mas, por favor, nunca digas que a trilogia, em filme, o Hobbit se baseia no livro O Hobbit. Porque isso é mentira. Essa trilogia de filmes baseia-se no Hobbit e nos Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média, tornando, a história, confusa e sem ligação. Quem te disse que tinhas de voltar a fazer três filmes do mesmo género? Este último, a batalha dos cinco exércitos, acaba por ser cansativo precisamente por isso. Andamos a bater na mesma tecla há seis filmes e perdeu muito do impacto inicial. Vamos mudar o tema, pode ser?

E vocês, que filmes tem visto que tenham sido baseados em livros?

Top Ten Filmes

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A propósito do desafio da M*, aqui está o meu top ten dos filmes, sem ordem de preferência especial:

Mary Poppins (1964)

Mr Banks é o austero pai de duas crianças - Jane e Michael. Por causa das traquinices dos filhos, as amas acabam, rapidamente, por desistir do trabalho. Mary Poppins é uma ama mágica, que, com Bert - o seu amigo limpa chaminés - mostram às crianças e ao próprio Mr Banks com a alegria é fundamental.

Quando eu nasci, este filme já tinha cinco anos. É, sem dúvida, um filme intemporal, como já falei aqui. Ao fim de 50 anos (estreou em Agosto de 1964) continua a encantar.

Notting Hill (1999)

Will é ilustre desconhecido, dono duma livraria em Notting Hill, onde Anna - uma actriz mundialmente famosa - se esconde dos paparazzi. O amor que nasce entre os dois tem de passar por uma série de provas, algumas hilariantes.

Para além de ser uma comédia romântica, tem uma banda sonora lindíssima. É, sem dúvida, um dos melhores filmes de sempre.

Um dia a casa vem a baixo (1986)

Walter e Anna precisam, urgentemente, duma casa para viver. Um dos amigos de Walter mostra-lhes uma casa fabulosa que está à venda por um preço baixíssimo. Walter e Anna compram a casa, julgando que estão a comprar a sua casa de sonho mas... 

Uma comédia hilariante, de ir, verdadeiramente, às lágrimas. Não me canso de ver nem me canso de rir com este filme.

Philadelphia (1993)

Andrew Beckett é um advogado homossexual que descobre que tem sida. Vai tentando esconder o facto dos seus colegas até ao momento em que isso é impossível, acabando por ser despedido. Andrew acaba por contratar um advogado homofóbico para o defender numa acção judicial contra a antiga firma, por considerar que o despedimento só aconteceu por ter sida.

Há pouco a dizer sobre este filme, excepto que foi um grande abre-olhos para a maior parte das pessoas que continuava a ver os homossexuais e os doentes com sida como "diferentes". Chorei quando o vi a primeira vez, chorei das vezes que o revi e lembrei-me imenso dele (o filme) em várias ocasiões da minha vida pessoal, a propósito dum amigo que passou pela mesma situação (e que, felizmente, ainda por cá anda - espero que por muitos anos).

A Gaiola Dourada (2013)

Maria e José são dois emigrantes portugueses que vivem em França. Maria é porteira e José trabalha na construção. Quando José recebe uma herança de família, a vida de ambos e dos filhos altera-se completamente.

Estão lá todos - todos os tiques dos emigrantes - sem qualquer desrespeito por eles. É um retrato fiel da emigração - quer dos que vão lá para fora, quer dos que os recebem. A ver e rever.

O Senhor dos Anéis (2001, 2002 e 2003)

Frodo tem a incumbência de destruir o anel que Sauron precisa para poder governar toda a terra Média. Para isso junta-se aos humanos, hobbits, elfos e anões.

Peter Jackson - o realizador - conseguiu a proeza desejada por tantos - não estragar um livro com um filme. Nesta trilogia de filmes, os livros são respeitados. Por isso tem todo o mérito neste top ten, tal como os livros estão no Top Ten dos livros.

Cloud Atlas (2012)

Seis histórias passadas em seis épocas diferentes e que, de uma forma ou de outra estão entrelaçadas - pelo cometa, pelo sinal de nascença ou pelos nomes.

Um filme que precisa de toda a atenção, donde não podemos desviar os olhos nem por um segundo porque nos podemos perder na história. Um livro que o autor achava que nunca poderia ter sido um filme mas que acabou por o ser, sem qualquer desprestígio para o livro.

Grease (1978)

Danny e Sandy não podiam ser mais diferentes. Mas o amor entre eles, que nasceu numas férias de verão, acaba por conseguir vencer as diferenças.

Por culpa da minha irmã mais nova devo ter visto este filme um milhão e meio de vezes. Para mais... acabou por se tornar num dos meus filmes favoritos.

A outra face (1997)

Sean Archer e Castor Troy são inimigos em lados opostos - Sean é agente do FBI e Castor é um maníaco terrorista.

Ambas as personagens são interpretadas, de forma magistral, por John Travolta e Nicolas Cage. Neste filme, mais que a história, encanta-me a interpretação destes dois actores. A forma como vestem os dois papeis e a forma como conseguem mostrar que papel que interpretam em cada momento torna este filme um dos meus favoritos.

Harry Potter (2001, 2002, 2004, 2005, 2007, 2009, 2010 e 2011)

Estes filmes dispensam apresentações e razões para se gostar. Acrescento apenas que também estes filmes estão à altura dos livros, o que, só por si, é uma mais valia.

Música no coração (1965)

A história verídica da familia Von Trapp.

Nenhum top ten de filmes nem nenhum Natal está completo sem este filme. É mais um filme intemporal.

Os Miseráveis (2012)

Jean Valjean é um ex presidiário que foi preso por ter roubado um pão para alimentar a irmã. Javert é um inspector da policia que vai perseguir por toda a vida, Valjean.

Vi a opereta em Londres e quando o filme saiu tive medo que estragassem as minhas memórias do espectáculo ao vivo. Felizmente não deixei que o medo vencesse e fui ver o filme. Fabulástico. A história é lindíssima, as interpretações - musicais e não só - excelentes. Um dos melhores filmes de sempre, sem dúvida.

À procura de Nemo, Idade do Gelo (todos), Monstros & Companhia e Hotel Transilvânia - os melhores filmes de animação de sempre e que merecem um lugar empatado neste top ten.

***

e vocês, quais são os filmes que estão no vosso top ten?

Livros que não deviam ser filmes

 

Apesar de não estarem no top ten dos livros que me marcaram, a trilogia Millennium de Stieg Larsson, é, seguramente, do melhor que já li.

 

Lembro-me que comprei os três livros na Feira do Livro de Sesimbra, à três anos atrás. Achei os títulos – Os Homens que Odeiam as Mulheres, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo e A Rainha no Palácio das Correntes de Ar – bastante originais e resolvi arriscar. Note-se que só tinha ouvido falar no primeiro e por causa do filme.

 

Não me arrependi deste impulso. Resumindo, no primeiro volume, Blomkvist, um jornalista caído em desgraça, é contratado por Vanger para descobrir o que aconteceu à sua sobrinha-neta que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Para que possa investigar à sua vontade, Blomkvist contrata Lisbeth, uma jovem problemática, extremamente inteligente. Juntos descobrem um segredo macabro e sangrento, numa família disfuncional.

 

No segundo volume, Lisbeth é acusada de dois homicídios e é preciso resolver o primeiro para descobrir quem está por detrás do segundo.

No terceiro e último volume, Blomkvist traz a público a conspiração de que teve conhecimento numa última tentativa de ilibar Lisbeth. A revista de que é director – a Millenium – arrisca bastante ao fazê-lo, uma vez que ainda estavam a tentar recuperar dos problemas criados pelo próprio Blomkvist no primeiro volume.

 

Posso-vos dizer que a leitura dos três volumes demorou meia dúzia de dias de praia e que penso voltar a lê-los em breve.

 

A semana passada deu o filme “Os Homens que Odeiam as Mulheres” na televisão. E eu resolvi gravar para ver mais tarde. Grande erro. Mas que grande erro que cometi. O filme não faz, de todo, jus ao livro. Lisbeth e Blomkvist estão bem, os actores e a caracterização estão fieis aos livros mas depois… não há acção. O filme é tão parado, mas tão parado, que eu ia adormecendo por diversas vezes. Cheguei a jogar ao Candy Crush pelo meio. Definitivamente este é um dos casos em que estava muito bem só com o livro e sem ter visto o filme.

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