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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Como ter gémeos...

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Apesar da boa vontade da senhora, confesso que este método altamente cientifico e comprovadamente eficaz me levanta algumas dúvidas, nomeadamente:

- eram ovos com duas gemas ou gemas de ovos diferentes?

- os ovos eram de tamanho s, m, l ou xl?

- é preciso constipar-nos primeiro ou basta comer gemadas?

- o acuçar era refinado ou mascavado, branco ou amarelo?

- houve um pai?

- os filhos são um doce?

- o resultado é sempre um par de rapazes?

- o açúcar influenciou o humor dos filhos?

Dúvidas... perguntas... questões... como é que eu vou conseguir sossegar o meu cérebro depois disto?

É que não basta dar os resultados dos estudos científicos, é preciso esclarecer as questões colaterais.

vamos rir um pouco?

Tenho de partilhar convosco dois momentos humorísticos do meu dia de hoje.

O primeiro passou-se no elevador. Eu e mais cinco ou seis homens. De repente começa esta música:

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E um deles atende o telemóvel....

(e eu só pensei que ainda bem que estava a chegar ao piso onde tinha de sair senão não ia aguentar mais o riso)

Um colega meu foi almoçar. Ao lado um casal pede ameijoas à bulhão pato. Quando o prato chega perguntam ao empregado: onde está o pato?

Estaremos a pecar por excesso?

Ontem o StandVirtual cometeu a “asneira” de brincar com um estereótipo: as mulheres não sabem estacionar.

Caiu o carmo, a trindade, o papa e o santo António e mais umas quantas beatas. Que era machista, misógino, estereotipado e sabe-se lá mais o quê. Foram tantas as críticas, ameaças e afins que achei, por momentos, que tinham cometido um crime de lesa-majestade. Ou, pior ainda, que tinham matado alguém.

Eu ri-me. Primeiro porque eu detesto estacionar. Preferencialmente estaciono a direito, sem muitas manobras. De tal modo que quase que pensei que me tinham tirado uma foto a mim própria. Depois porque brincaram com uma coisa que toda a vida ouvi: as mulheres conduzem mal e que nunca levei a mal, apesar de ser mulher e mesmo quando não conduzia. Por fim… é humor, minha gente. Humor! E eu já disse aqui várias vezes que se pode brincar com tudo – do cancro aos estereótipos, das coisas boas e das coisas más, das crianças aos velhos. Temos de saber rir, acima de tudo porque a vida não pode nem deve ser levada demasiado a sério (até porque nem sequer saímos dela com vida).

Estamos a cair no exagero do politicamente correcto. Estamos a criar uma geração de enxofrados, de flores de estufa que não sabem rir de si próprios, que se ofendem por tudo e por nada. Hoje tudo é bullying, incorreto, ofensivo, machismo, intolerante. Antes de se escrever ou dizer qualquer coisa temos de fazer estudos de mercado, análises, sondagens e, mesmo assim, corremos o risco de alguma alma se sentir ofendida.

Não se atira o pau ao gato porque é violência. Não se brinca com as loiras porque é um estereótipo. Ai de quem contar uma anedota sobre ciganos, deficientes, alentejanos ou pretos

(alguma vez ouviram um preto a contar anedotas de pretos? Eu já. E muitos dos meus amigos de faculdade também. Porque aquele jovem brinca, e muito, com isso. É uma pessoa resolvida, sem complexos, coisa que falta a muita gente)

Será que a humanidade (ou pelo menos boa parte dela) perdeu a capacidade de se rir de si própria e só quer rir dos outros? Se assim é, desculpem, mas perderam também esse direito. Ninguém, mas mesmo ninguém, tem o direito de se rir dos outros se não souber, primeiro, rir-se de si própria. No dia em que isso acontecer, certamente que deixaremos de ser tão politicamente correctos, tão aborrecidos com tudo e o mundo tornar-se-á um lugar muito melhor.

Experimentem. Vão ver que não dói nada.

Humor Negro #3

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Passo dois: colocar os ju..carne na câmara de... Panela

Passo três: desligar o gás quando os gritos parare... *cof* quando tiver passado 40 minutos

Passo quatro: depois bata a carne ate ficar tenra e mande tudo para uma vala..tacho e encha o resto com terr... condimentos

Passo cinco: derreta os judeus diabético até formar uma pasta de caramelo dourada e suave

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(em caso de dúvida, leia o que penso sobre Humor negro)

Humor Negro #2

Já vos contei que adoro Humor negro. E cá em casa não sou a única. Como sei que há mais gente por ai que gosta deste tipo de humor (na verdade eu gosto de todos os tipos de humor, mas adiante), vou começar a publicar, de vez em quando, piadas negras. 

E escusam de me vir acusar de ser mázinha, de não ter respeito, etc e tal. Porque tenho. Acreditem que tenho. Mas, como já expliquei, não é por me rir das situações que as respeito menos. Antes pelo contrário.

Assim sendo, aqui fica a primeira.

Sabem que os Estados Unidos não podem jogar xadrez? É que já não tem as duas Torres...

Como dar um comprimido a um gato

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1. Pegue o gato e coloque-o em seu braço esquerdo como se estivesse segurando um bebé. Posicione o dedo indicador e o polegar da mão esquerda em cada canto da boca do gato. Pressione levemente para que ele abra a boca. Tão logo isto aconteça, coloque o comprimido em sua boca. Permita que o gato feche a boca e engula a pílula.

2. Pegue a pílula do chão e o gato atrás do sofá. Encaixe-o no seu braço esquerdo e repita o processo.

3. Apanhe o gato no quarto e jogue fora o comprimido encharcado.

4. Pegue um novo comprimido, coloque o gato em seu braço esquerdo e segure as patas traseiras com a sua mão esquerda. Force-o a abrir a boca e empurre o comprimido até a garganta com o indicador. Feche a sua boca imediatamente e conte até 10 antes de soltá-lo.

5. Apanhe o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-roupa. Peça ajuda a um amigo.

6. Ajoelhe-se no chão com o gato preso firmemente entre os joelhos, segurando suas quatro patas. Ignore os grunhidos emitidos pelo gato. Peça ao amigo que segure com força a cabeça dele enquanto você abre a boca do gato. Coloque uma espátula de madeira o mais fundo que puder. Deixe o comprimido escorregar pela espátula e esfregue a garganta vigorosamente.

7. Apanhe o gato que está grudado no trilho da cortina e pegue outro comprimido. Lembre-se de comprar uma nova espátula e remendar a cortina. Cuidadosamente, enrole o gato numa toalha de modo que apenas sua cabeça fique de fora. Peça para seu amigo mantê-lo assim. Dissolva o comprimido em um pouco de água, abra a boca do gato com o auxílio de um lápis e despeje o líquido em sua boca.

8. Veja na bula do remédio se ele é nocivo para seres humanos. Beba um pouco de água para se acalmar. Faça um curativo no braço do amigo e limpe o sangue do tapete com água morna e sabão.

9. Busque o gato no vizinho. Pegue um novo comprimido. Bote o gato dentro do armário da cozinha e feche a porta, mantendo a cabeça do gato para o lado de fora. Abra a boca do bichano com o auxílio de uma colher de sobremesa. Jogue o comprimido para dentro da boca com o auxílio de um estilingue.

10. Vá até a garagem e apanhe uma chave de fenda para colocar a porta do armário no lugar. Coloque uma compressa fria nos arranhões do seu rosto e veja quando tomou pela última vez a vacina antitetânica. Jogue a camiseta fora e apanhe outra em seu quarto.

11. Chame o corpo de bombeiros para apanhar o gato do alto da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se machucou tentando desviar-se do gato. Pegue o último comprimido do frasco.

12. Amarre as patas dianteiras nas traseiras com uma corda do varal e prenda o gato no pé da mesa de jantar. Coloque luvas de jardinagem. Abra a boca do gato com uma pequena chave inglesa. Coloque o comprimido seguido de um pedaço de filé mignon. Segure a cabeça dele na vertical e derrame meio copo d’água para ajudá-lo a engolir o comprimido.

13. Peça ao seu amigo para levá-lo ao pronto-socorro mais próximo. Sente-se tranquilamente enquanto o médico sutura seus dedos e braços e remove partes do comprimido que ficaram encravadas em seu olho direito. Pare na primeira loja de móveis no caminho de casa e encomende uma nova mesa de jantar.

14. Procure um médico veterinário que faça atendimento em domicílio.

Autor desconhecido

Uma pequena contribuição para o movimento ‪#‎progargalhada‬ que quer por todos a rir e que foi iniciado pela Maria das Palavras