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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Internet

 

Todos sabemos que a Internet domina o mundo hoje em dia. Mas a Internet não se tornou tão “grande” de um dia para o outro: foi criada  durante a guerra fria nos anos 60, o que claramente foi há algum tempo, tempo suficiente para uma evolução enorme. Ao longo dos anos a Internet foi mudando de aspecto, e ao mudar de aspecto aumentaram também as suas capacidades, e com esses aumentos foram-se abrindo portas para novas inovações que mais tarde mudariam o mundo; mas a maior delas todas foi aquele botãozinho que todas as redes sociais têm e que é o botão “Add as a friend” ou “Add friend”, que em português significa “Adicionar amigo”. Agora devem estar a perguntar-se porque é que esta foi a maior inovação na Internet, e eu vou explicar. Antes da Internet, para te encontrares com amigos tinham que ter tudo combinado e quase nunca podia ser à ultima hora que se decidiam encontrar, mas quando esse botão “apareceu”, o chat também veio, o que deu a possibilidade a um grupo de amigos de se encontrarem e combinarem à ultima hora (já devem perceber onde é que eu quero chegar).

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Mas mesmo o sistema dos amigos teve uma expansão “recentemente”: no dia 15 de novembro de 2013 a PS4 foi posta à venda, e embora esta tenha sida uma “expansão/melhoramento” para os “gamers”, ou em português jogadores, a Sony decidiu implementar o sistema das comunidades em que qualquer pessoa se pode juntar à que quiser; nessas comunidades há milhares de jogadores dispostos a ajudar e a serem ajudados por outros jogadores. Por exemplo, eu nas férias de Natal fiz 290 amigos na Playstation só nessas comunidades, e jogo com praticamente todos. Onde eu quero chegar é que hoje em dia pode-se fazer mais amigos nessas comunidades em crescimento online; e sim, eu sei que algumas pessoas dizem que os “gamers” não têm amigos na vida real, mas fiquem sabendo que isso é a pior mentira que alguém pode dizer, e também sei que a imagem de marca de um “gamer” é um nerd sem amigos e sem vida que passa a sua vida toda a jogar. Só que, embora algumas pessoas façam isso, o mundo não pode generalizar uma comunidade com milhares e milhares de pessoas só porque alguns “gamers” são assim, eu por exemplo tenho amigos de todo o mundo que falam comigo inglês na Playstation.


Mas deixando esse tópico da Playstation, a Internet permite-nos também comunicar com pessoas de todo o mundo; por exemplo, o meu melhor amigo mudou de casa e agora está em França, mas no entanto ainda falo com ele todos os dias no Facebook, e tenho a certeza de que não sou o único.
Mas a Internet não serve só para comunicação, a Internet serve também para fazer pesquisas e trabalhos.
Tudo boas razões para considerar a Internet uma das maiores invenções em 56 anos, não concordam?

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Publicado em Inominável nº 2 pelo meu filho Martim 

São Valentim

Todos sabemos que o dia de São Valentim está para vir, e com ele vêm todas as palavras de amor, os gestos românticos,  as prendas dos namorados, enfim, todas as coisas com que nós, uma sociedade de meros mortais, gostamos de nos entreter. E para poupar o leitor a mais uma conversa de chacha sobre o dia de São Valentim que, na minha opinião, é uma invenção ao dinheiro, vou falar de um assunto não tão mexido. A parte da mitologia que anda à volta do amor. Sim, obviamente que vou falar do Cupido, o deus romano do amor e desejo, filho de Vénus e Marte (ou, como eram conhecidos pelos gregos, Afrodite e Ares), e de dois amantes pertencentes à mitologia chinesa, Hou Yi, o Arqueiro, e Chang’e, a deusa da Lua.

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Comecemos pelo Cupido, também conhecido como Eros na mitologia grega. Uma só seta do arco deste deus pode fazer o alvo apaixonar-se loucamente por outra pessoa, e isso acabou por ser a desgraça de Cupido. E, tal como muitas outras histórias relacionadas com deuses, esta começa com a inveja de uma deusa relativamente a uma mortal. Sendo a deusa em questão Vénus (Afrodite) penso que podem imaginar o porquê da inveja. Exatamente. Ela tinha inveja de uma mortal porque a rapariga era mais bonita do que ela, e os homens mortais deixaram de ir ao templo dela e passaram a ir ter com a rapariga.


Ora como é que isto correu mal? Pois eu explico.
A inveja de Vénus era tal que ela condenou Psique (a mortal cuja beleza desafiava a da deusa) a casar-se com a criatura mais horrenda do planeta. E, para isso, Vénus precisaria da ajuda do seu filho, Cupido, a quem calhou o “trabalho sujo”. Quando Cupido entrou no quarto de Psique a meio da noite, a mando da deusa sua mãe, ele não esperava encontrar tanta beleza. Encantado, aproximou-se da rapariga que, de um momento para o outro, acordou do seu sono, assustando o pobre Cupido. (Aqui vocês pensam: ahhh, então o que é que isso tem a ver com as setas mágicas? E eu respondo: calma, deixem-me continuar, que isto ainda agora começou.) O deus do amor, de tamanha surpresa por ela acordar enquanto ele olhava para ela, deu um pulo para trás, e deve ter sido um pulo daqueles mesmo grandes porque conseguiu fazer com que ele se arranhasse numa das suas setas e (surpresa!!) apaixonou-se por Psique.
Bom, obviamente que sabem o que lhe aconteceu, né? O pobre Cupido apaixonou-se pela rapariga, e oh se Vénus ficou furiosa! Ela ficou tão furiosa que proibiu o seu filho de casar com Psique e mesmo de a ver, e isso fê-la cair em desgraça. Cupido, como “vingança”, deixou de disparar as suas setas, e as pessoas deixaram de se apaixonar, e por isso deixaram de venerar Vénus. Ainda mais furiosa, ela finalmente cedeu, e mandou Cupido de volta ao trabalho. No entanto, Psique foi viver para uma localização secreta, e Cupido só a visitava de noite, para que ela não conseguisse ver quem ele era. Ele até a fez prometer nunca tentar ver o seu aspecto, para que Vénus não soubesse que ele a via secretamente.
Mas todos esses cuidados foram deitados fora quando um dia (noite, mais exactamente) Psique não conseguiu conter a sua curiosidade e decidiu que nessa noite iria ver a cara do seu amante. (ela tinha medo de que ele fosse um monstro hediondo). Então, nessa noite, quando Cupido adormeceu, ela agarrou numa lanterna e aproximou-a da cara do deus. E ficou surpreendida com o que viu: aquele que ela pensara ser uma criatura horrenda era na realidade o ser mais bonito que ela já tinha visto. No entanto, não ficou tão surpreendida com a aparência dele como ficou quando ele acordou (porque quem é que acorda quando tem uma luz forte directamente apontada à cara, pfffft); ele assustou-a de tal maneira quando acordou, que ela deu um pulo e se arranhou numa das setas dele, apaixonando-se imediatamente. Só não me perguntem porque é que ele tinha as setas tão perto da cama, que eu também não sei. 

Ora obviamente que Vénus não gostou muito disto, e proibiu a rapariga de ver o seu filho, obrigando-a a completar quatro desafios impossíveis (que culminavam numa visita ao Inferno, de onde Vénus esperava que a mortal não regressasse) que, escusado será dizer, Psique completou – obviamente com ajuda de outros deuses que tiveram pena do casal condenado. Depois disto tudo, Cupido foi ter com Júpiter (aka Zeus) e pediu-lhe que tornasse possível o casamento dos dois. A solução de Júpiter foi tornar Psique imortal, e assim eles se casaram, e pode-se mesmo dizer que viveram felizes para sempre.
E agora, vamos para a história de outros dois amantes, que vocês viram o nome e ficaram a pensar “esta gaja agora anda a inventar deuses”. Mas não, são mesmo parte da mitologia chinesa. E são a fonte de um símbolo mundialmente conhecido, que direi no fim desta história. Chang’e era, entre os imortais, de longe a melhor dançarina.

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Hou Yi era um herói enfeitiçado pelas suas danças, e os dois em breve se casariam. O seu amor um pelo outro não tinha limites, e tudo era perfeito assim. Mas, no mundo dos mortais, tudo ruía. Dez sóis, os dez filhos do Imperador de Jade, erguiam-se e queimavam tudo onde a sua luz e calor chegavam, cozendo a terra e evaporando os mares. Hou Yi, o herói arqueiro, foi chamado pelos mortais para os defender. Com setas mágicas, disparou contra nove dos sóis, e poupou só um porque as pessoas precisavam dele. Esse sol, temendo sofrer o mesmo destino que os seus irmãos, comportou-se. Maaaaas, obviamente que nem tudo correu bem, né? Que pai é que o Imperador de Jade seria se não se zangasse com Hou Yi por ele lhe matar nove dos dez filhos? Tamanha foi a sua ira, que Hou Yi e a pobre da Chang’e foram transformados em mortais, e expulsos dos Céus. 

A deusa, agora mortal, ficou deprimida e não voltou a dançar. O arqueiro, em desespero por ver a sua amada triste, conseguiu encontrar o elixir da Imortalidade, e por sorte era suficiente para duas pessoas. Se tudo corresse bem, eles beberiam o elixir e recuperariam o seu status de deuses.
Mas é aqui que a história começa a parecer que foi escrita por alguém que injectava chantili nas veias com a seringa das farturas e que snifa pó de giz ou açúcar. Eles já tinham o elixir, já podiam ter bebido e restaurado o seu lugar nos Céus. Infelizmente, estava tudo contra eles, e como Hou Yi era esperto, foi caçar, deixando o elixir sozinho com Chang’e.
Durante a sua caçada, um jovem que Hou Yi tinha tomado como seu aprendiz tentou roubar o elixir. Encurralada, ela não teve outra hipótese a não ser bebê-lo, e ela foi tornada imortal; mas, por ser demasiado elixir para uma só pessoa, também foi arrebatada do seu lugar em direção à Lua, onde vive desde aí, com a companhia de um coelho de jade que, segundo o folclore, não faz nada a não ser bolinhos de arroz (vêem aquilo que eu disse de alguém ter andado a snifar pó de giz?). Enlouquecido com o desgosto de perder a sua mulher, Hou Yi passou de herói amado pelo povo a tirano violento. O seu aprendiz, Feng Meng, continuou sob a sua tutela, até um dia achar que já era bom o suficiente para se comparar com o ex-deus e o desafiar para um concurso de tiro ao alvo. Obviamente que Hou Yi ganhou, o que deixou o seu aprendiz incrivelmente invejoso (ainda mais que antes).
Mais tarde, Feng Meng convida Hou Yi para uma caçada, onde o encurrala e espanca até à morte com um ramo de árvore. O espírito de Hou Yi ascendeu até ao sol, aquele sol a quem ele poupara a vida, e aí ele construiu um palácio. Por isso, estes dois amantes, Hou Yi e Chang’e, a partir daí passaram a representar o yin e o yang, o sol e a lua.

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Publicado em Inominável nº 2 (revista de Fevereiro de 2016) e escrito pela minha filha Maggie

2015 em revista

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Na última semana do ano impõe-se uma reflexão sobre o ano que está a terminar. É capaz de ser um bocadinho longo mas, pronto, enfim, sempre resume 365 dias por isso tenham lá paciência.

Blogosfera

Neste blog o post mais visitado em 2015 foi um dia isto tinha que acontecer, o que teve mais favoritos foi como se mede o sucesso de um blog? e o mais comentado foi Peditórios e afins.

Nasceu, este ano, o Stoneartbooks dedicado exclusivamente a uma das minhas maiores paixões - os livros e a leitura. É nele que vou partilhando as minhas críticas aos livros que leio mas não só. Tudo o que se relaciona com livros é lá que encontram.

2015 viu também nascer um novo projecto. A Inominável, uma revista on line com uma equipa fabulosa. Leiam e encantem-se.

Começou em 2014 mas, em 2015 ganhou casa própria. Falo do Aprender uma coisa nova por dia, um blog de partilha de conhecimentos.

Fui convidada para o Meet the blogger onde fui buscar inspiração para No Blog com.... 26 convidados até agora, numa partilha muito engraçada.

Também em 2015 comecei, mensalmente, a dar a conhecer a quem me lê aqueles que foram, para mim, os destaques do mês. Todos os meses escolho cinco posts de outros blogs dos quais gostei bastante.

Amizade

Por causa do blog conheci pessoas fantásticas. A Seita do Arroz, o Clube das Pistosgas, a Vanessa e a Just são alguns dos exemplos - são as pessoas que me estão mais próximas e que provam que a amizade pode nascer apesar da distância. Mas não só. A blogosfera tem pessoas extraordinárias, e é impossível nomear aqui todos aqueles que gostaria, até porque, de certeza, que me esqueceria de alguém.

Televisão & Cinema

Não estou horas perdidas à frente da televisão. Irritam-me os anúncios que me fazem esquecer o que estava a ver e irrita-me as repetições exaustivas dos mesmos filmes e episódios de séries. Optamos, por isso, cá em casa, pela gravação e vamos vendo conforme nos apetece. No ano que passou quatro séries tornaram-se as minhas favoritas:

How to Get Away with Murder é uma delas. Annalise é uma advogada de defesa que dá aulas e que escolheu, dos seus alunos, um pequeno grupo para trabalhar no seu escritório. Quando a vida de Annalise começa a colapsar por causa do marido, os alunos que trabalham com ela são envolvidos num série de acontecimentos inesperados. A cada episódio surgem novos desenlaces, novas versões da mesma história, deixando sempre algo em aberto para o episódio seguinte. Viciante, excepcionalmente bem interpretado e desafiador. Uma série que recomendo a toda a gente.

Quantico conta-nos a história de um grupo de jovens que se candidataram ao FBI e que estudam em Quantico. Em dois momentos temporais - no tempo de aulas e uns meses mais tarde, quando Alex é incriminada por um ataque terrorista - vamos, aos poucos, percebendo as diferentes motivações para que os diferentes personagens se candidatassem ao FBI. Nada pode ser dado como garantido nesta série, as surpresas são constantes e as alianças fazem-se e desfazem-se. Uma série cheia de surpresas e de inesperados. A ver.

Bem Vindo a Beirais, uma série portuguesa, com certeza. E com qualidade. Recomendada dos 8 aos 80 anos. Um humor simples, a fazer-nos recordar o Pátio das Cantigas (a primeira versão), O Leão da Estrela (a primeira versão), O Costa do Castelo, O Pai Tirano e tantos outros da mesma época, em que o humor era feito de trocadilhos e muito pouco rebuscado. Pensado inicialmente para ter apenas uma duração de três meses, o sucesso alcançado levou a que a RTP prolongasse a série por quatro temporadas. Mas em Março de 2016 terminará aquela que é, sem dúvida, a melhor série portuguesa de sempre.

Scorpion é baseado na história verídica de Walter O'Brien, preso aos 11 anos por ter entrado no site da NASA para ir buscar fotos do Vaivém espacial para decorar o seu quarto. Walter tem o quarto QI mais alto alguma vez registado - 197 e trabalha com mais três génios na Scorpion, colaborando com o FBI na resolução de vários casos.

Em 2015 vi, finalmente, todas as temporadas da série de que todos falam. Game of Thrones foi, para mim, uma desilusão mas acredito que isso se deverá ao facto de ter lido os livros primeiro e de se ter perdido o efeito surpresa.

Quanto a filmes, raramente vou ao cinema, aproveitando as férias para ver os filmes no meio dos livros e, muitas vezes, fico desiludida com os filmes. Sem dúvida que A Rapariga que roubava livros foi o melhor dos filmes que vi este ano. Dos outros pouco me lembro e, daqueles que me lembro, preferia esquecer (como é o caso da Viagem ao Infinito (A teoria de tudo) uma vez que o filme altera quase todo o livro).

Livros

58 livros lidos em 2015 e sobre os quais falo aqui. Foi também o ano em que as minhas Viagens viram a luz do dia.

Família & Saúde

Uma broncopneumonia a terminar o ano e a deixar-me completamente de rastos. Nunca me tinha sentido assim mas há que pensar que, apesar de tudo, o nariz não entupiu, contrariamente ao que é hábito.

O maridão foi sujeito a dois bypass coronários. Um ano após o inicio dos sintomas e do nosso périplo por salas de espera dos hospitais, a operação aconteceu e tudo correu bem. Espectacular equipa a do Hospital de Santa Marta.

O meu pai teve um AIT mas como é teimoso, foi ao hospital apenas dois dias depois. Felizmente tudo correu bem mas podia não ter corrido. Não sejam teimosos, se tem sintomas estranhos vão ao médico! Pode não ser nada mas pode ser tudo.

A minha tia foi internada com uma infecção respiratória nos últimos dias de Novembro. Passou a infecção e na noite de Natal aqui estava ela em casa fresca e fofa como sempre.

Apareceu um nódulo na Bunny. Foi operada ontem e está a recuperar aos poucos. Não é nada de cuidados, é só esperar pela recuperação da cirurgia. A Saphira teve toxoplasmose, foi um extenso tratamento mas felizmente não ficaram sequelas.

Depois de uma zanga por motivos parvos, que não são para aqui chamados, e que já durava desde 2009, a reconciliação com os meus sobrinhos mais velhos aconteceu. Os primeiros passos foram dados antes mas o reencontro foi no dia de Natal, tornando-o ainda mais especial. 

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Em suma, 2015 foi um excelente ano. Para mim e para quem está desse lado, desejo apenas que o pior de 2016 seja o melhor de 2015. E que continuemos todos por aqui.

 

Inominável

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Dizia António Gedeão que,

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

Este é o meu poema favorito. Porque tudo nasce dum sonho.
E é isso que a Inominável é. Um sonho. O sonho duma pessoa que contagiou outros e que, juntos, criaram uma nova revista on-line, a Inominável.
Nesta revista, poderá encontrar temas que interessam a todos – leitura, viagens, noticias, crónicas do quotidiano, receitas, jogos, cinema. Mas porque revista que é revista tem de ter palavras cruzadas e consultório (pouco) sentimental, também pode encontrar estas áreas na Inominável.
E os Inomináveis, os que foram contagiados e que querem fazer desta revista um caso de sucesso? O meu alpendre, eu própria, A Mulher que Ama Livros, Nuages Dans Mon Cafe, A Miuda, Dona PavlovaRitaEscrita ao LuarViajar. Porque sim.Maria das PalavrasE Agora Sei LáA Galinha da VizinhaO Bom, o Mau e o Feio, Palavras Cruzadas, Lados AB, e o Jonathan (que não tem blogue mas é um bom rapaz) apresentam-se ao serviço para vos entreter. Para lá da blogosfera!

Leiam a Inominável e divirtam-se. Acreditem que, da nossa parte, nos divertimos imenso a prepará-la.