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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Natal

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Hoje comprei o primeiro bolo rei. Ainda é cedo, eu sei, estamos em Outubro. Mas eu adoro o Natal! E adoro os doces de Natal, as compras das prendas, o jantar e o almoço demorado, enquanto a família está toda a mesa a conversar e a brincar.

Gosto que o Pai Natal lá apareça para dar as prendas aos mais novos - mesmo quando eles já não acreditam nele.

Gosto de ver os papeis no chão, uns a dizer que a quantidade de prendas é um exagero, outros a achar que são poucas.

Gosto ainda mais de ver a alegria dos miúdos quando abrem as prendas - mesmo que sejam o que eles pediram. E gosto muito, mas mesmo muito, de lhes dar a prenda que mais queriam no fim (ou mesmo dizer-lhes que me enganei e comprei o que não queriam). 

São momentos imperdíveis, repetíveis apenas no Natal do ano seguinte, a cada ano com as crianças mais crescidas, e com a ausência de adultos que nos vão fazer sempre falta.

Gosto de esperar e desejar que todas as famílias possam ter um Natal assim - todos juntos.

E gosto de cantar. Sim, eu canto no Natal - apesar de ter uma boa voz para escrever à máquina.

E por tudo isto e porque estamos quase lá - Bom Natal a todos :)

férias na Madeira

(estrada com dois sentidos)
 (estrada para o céu)
(mestra do disfarce)

Este ano, em Julho, em vez de ficarmos só em Sesimbra, resolvemos ir conhecer a Ilha da Madeira. Quer dizer, na verdade, eu já conhecia a Ilha – esta foi a minha sexta visita – mas o maridão e os filhotes nunca tinham lá ido.

Alugamos uma carrinha, ficamos na casa da minha comadre e do meu afilhado e, onze dias e quase dois mil quilómetros depois, ficamos a conhecer a Ilha da Madeira quase ao pormenor. Por terra e por mar. Foram onze dias de reencontros com a Fátima, que conheci na segunda visita que fiz à Ilha e com quem nunca perdi o contacto e que é, por direito, da minha família – e se outra razão não houve, porque é a mãe do meu afilhado. Foi também o reencontro com amigos e amigas que são como família. Onze dias de passeios, boa comida, excelente companhia e ainda melhor convívio.

A ilha continua tão linda como sempre a recordei. Muitas das estradas mais bonitas – mas também mais perigosas – foram fechadas (algumas por derrocadas) mas a beleza continua lá. Hoje é muito mais fácil (e mais rápido) percorrer a ilha de carro mas ainda há algumas estradas (como estas duas das fotos acima).

Ficou a faltar a visita a Porto Santo, mas tenho a certeza que lá iremos um dia. E que voltaremos à Ilha da Madeira.