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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Natal nos blogs #2

Sim, sim, eu sei, o Natal já passou. Ou então não, porque o Natal é quando eu quiser. Ou pelo menos aqui neste recanto é quando eu quiser e eu quero que seja hoje para poder agradecer os presentes que recebi. Ora vejam lá e digam lá se não valeram a pena:

Nathy mandou-me este lindo conjunto. Um mocho leitor que me trás uma frase especial escrita pela mão dela e um fio que ela própria fez, com a letra M que tanto significa para mim. Mas mais importante que as prendas físicas é a presença. E a Nathy é uma presença constante, uma das maiores amizades que fiz aqui na blogosfera.

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Participei, pela segunda vez, no Pai Natal Secreto III organizado pela Cindy. A minha mãe Natal foi a Maria que me enviou estes presentes. Os chocolates eram uma delicia e a ardósia já está na prateleira ao pé dos livros para que ninguém, cá em casa, se esqueça alguma vez de sorrir.

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Natal

Ahhh, o natal, a época mais conhecida do ano, todos os anos no dia 25 de dezembro trocam-se prendas, mas mesmo que a “tradição” diga que se devem abrir as prendas à meia-noite muitas crianças não conseguem esperar e acabam por as abrir antes.

Todos nós quando éramos mais novos acreditávamos no Pai Natal, até que a certa altura da nossa infância alguém decidiu informar-nos que o Pai Natal não existe, o que para muitas pessoas foi a pior altura do ano, mas para outros não, os que já eram um bocado mais velhos que as outras crianças.

(Continuar a ler)

 

Tradições de Natal #2

Ora, a pedido da Vanessa, falemos mais um pouco sobre as minhas TRADIÇÕES DE NATAL.

01. Quando é que o Natal começa para ti?

Por mim era Natal o ano todo. Vá, uma vez por mês. Já expliquei que essa vontade não tem nada a ver com estar com a família mas porque eu gosto mesmo, mas mesmo muito, do Natal. 

02. Qual é o filme de Natal que tens mesmo de ver?

Obviamente Música no Coração. Quando muito, vá, condescendendo um pouco, Marry Poppins. São dois filmes Supercalifragilisticexpialidocious 

03. Fazes um bolo de Natal ou compras?

Eu fazer bolos?? eu, a jovem que nem arroz branco, o mais simples, consegue fazer na Bimby? Mas pronto, há quem goste de cozinhar na família e por isso os bolos, doces e afins são todos feitos em casa

04. Quando é que montas a Árvore de Natal?

Preferencialmente no dia 8 de Dezembro. E depois é desmontada no dia 6 de Janeiro. 

05. Tens uma Árvore de Natal verdadeira ou falsa?

Um arvore verdinha a imitar muito bem as verdadeiras. 

06. Quando é que começas a ouvir músicas de Natal?

Caramba, já houve um ano que comecei a ouvir músicas de Natal em Agosto. Na rádio... 

07. Usas sempre as mesmas decorações de Natal todos os anos ou compras novas?

Todos os anos compro uma ou duas decorações de Natal. Mas Só uma ou duas, as restantes são as dos anos anteriores.

08. Como passas a noite da véspera de Natal?

Com a família toda - marido, filhos, pais, tios, manas, sobrinhos e cadelas. 

09. Calendário do advento ou não?

Este ano, pela primeira vez, não comprei para os gaiatos. 

10. Deixas um lanche para o Pai Natal e as renas?

Nunca deixei. Se o tivesse feito, provavelmente eu própria teria lá ido comer

11. Como é que o Pai Natal entra na tua casa?

Já entrou pela porta da rua, pela janela, pela lareira... enfim, a casa está à disposição do Pai Natal, ele que escolha a melhor forma de entrar 

12. Que cheiros te fazem lembrar do Natal?

filhoses, canela, etc 

13. Como passas o dia de Natal?

Em família. Com a família do meu lado ou com a família do lado do marido.

Desafio Natalício

Ora vamos a um desafio Natalício que me deixou a Mafalda.

1. Natal com frio ou calor?

Com frio, muito frio. Lareira acesa, luvas se for caso disso. Roupa quentinha, que nos deixa quase como um saco de batatas atado pela cintura. Frio! E neve (pronto, este era o meu Natal de sonho).

2. O Natal deve ser uma época de sentimentos, emoções, amor e harmonia familiar, mas é também indissociável da palavra "presentes". Qual o melhor e o pior presente recebidos até hoje?

Qualquer presente que tenha folhas encadernadas e muitas letras é um bom presente. Porque livros nunca são demais em qualquer época do ano. Toda a gente que me conhece minimamente sabe que eu adoro ler (espero não vos surpreender com esta revelação...) e sabe que, se me oferecer um livro, eu fico feliz. Bom, tirando um livro, pode também ser um vale de compras na Bertrand, na Wook ou na Fnac. Não sou esquisita...

Quanto ao pior presente. Caramba, Ferrero Rocher. São horríveis, não os consigo comer e dá-me sempre vontade de os deitar fora. Só não o faço porque cá em casa tenho umas máquinas de devorar Ferreros...

3. Jantar de Natal - Bacalhau, Peru ou outro?

Bacalhau na noite de Natal. Com ovos cozidos, batata cozida e couves. Às postas, caras ou línguas. Tem é de ser bacalhau. O peru, esse, está reservado para o almoço de Natal, com um arroz de miúdos feito pela tia que é de comer e chorar por mais (por acaso houve um ano que quase chorei... fui almoçar a casa da sogrinha e quando cheguei para ir buscar um bocado de arroz para o jantar, não havia. Tinham-no comido todo ao almoço. Muito mau!)

4. Lareira ou aquecedor?

Lareira e aquecedor! Sim, sou friorenta o suficiente para precisar dos dois. 

5. O filme de Natal?

Música no Coração, what else? ou, quando muito, vá, condescendendo um pouco, Marry Poppins. São dois filmes Supercalifragilisticexpialidocious 

6. Bolo Rei ou Bolo Rainha?

Bolo Rei. O bolo rainha é uma invenção moderna (como o bolo rei do chocolate) e eu gosto mesmo é do tradicional

7. O melhor do Natal?

O Natal...

O Natal

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O Natal: altura do ano em que todo o adulto anda com duas toneladas de stress em cima, ou por se estar a matar a trabalhar antes do dia de Natal, para nesse dia poder estar descansado com a família/amigos, ou por se estar a matar a tentar arranjar prendas para os que lhe interessam (ou as duas coisas). Aqueles com filhos mais novos têm três toneladas de stress, duas toneladas pelas razões referidas em cima e mais uma por causa das prendas dos miúdos.

Originalmente, o Natal era a celebração cristã do nascimento de Jesus Cristo, mas agora praticamente toda a gente celebra o Natal, cristão ou não. Porquê? Porque em muitos países o Natal é um feriado nacional, e mesmo não sendo cristão quem é que não gosta de um feriado? E quem é que não gosta de receber prendas, e ter uma desculpa válida para estar com os amigos e a família?

(Continuar a ler)

Magia de Natal

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Com a chegada do mês de Dezembro, chegou também a preocupação habitual do Pai Natal. O que oferecer às crianças? Nos últimos anos o Pai Natal tinha assistido, desanimado, que muita gente se tinha esquecido do verdadeiro espírito de Natal. Cada vez mais as pessoas se preocupavam com a quantidade de prendas que recebiam em vez de se preocuparem com os outros. Partilhar, estar junto dos amigos e da família, ajudar quem mais precisasse… tudo tinha passado, agora o importante eram as prendas, prendas caras de preferência para que, no dia a seguir, pudessem mostrar aos outros.

Sem saber muito bem o que fazer, nem como chegar a quem mais precisava, falou com Rudolph, Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitzen, as suas renas. Amigas de longa data, afinal estavam com ele desde o início, resolveram ir dar um passeio. Enquanto passeavam iam falando sobre as preocupações para aquele ano, que todos partilhavam.
Depois de caminharem por um bocado começam a ver muitas borboletas. Tinham chegado ao reino das Borboletas Mágicas.
As borboletas, por serem mágicas, perceberam logo as preocupações do pai Natal e as suas amigas renas e então chamaram os dois príncipes do reino, que chegaram numa carruagem puxada por dois cavalos – o Amor e a Ternura.
Quando chegaram ao pé do Pai Natal convidaram-no a dar um passeio pelo campo de alfazema enquanto as renas e os cavalos conversavam um pouco.
O Pai Natal falou então aos dois príncipes sobre as suas preocupações. Explicou-lhes que, cada vez mais, as pessoas queriam apenas saber de si, só olhavam para o seu umbigo, sem qualquer preocupação pelos outros. Passavam o ano a virar a cara quando viam mendigos a pedir, quando se apercebiam de crianças a passarem fome. No Natal, fingiam-se interessados, faziam apelos, havia recolha de brinquedos e de alimentos, visitas aos mais necessitados com promessas de ajudas… Com a chegada do ano novo todas essas intenções eram enterradas com o ano velho e tudo voltava ao mesmo.
Ele, Pai Natal, queria ajudar as crianças mas não conseguia, porque não sabia onde estavam todas elas.
Os príncipes, querendo ajudar, ofereceram ao Pai Natal uma bússola especial, feita de algodão doce azul.
Explicaram-lhe que aquela bússola, além de indicar o norte também mostrava onde o Pai Natal podia encontrar as crianças que, em vez de prendas, apenas queriam receber um pouco de amor e ternura.
Satisfeito por receber um presente tão útil, o Pai Natal agradeceu, porque assim teria oportunidade de ajudar ainda mais crianças.
Quando chegou ao pé das suas amigas renas o Pai Natal explicou-lhes que se tinham de apressar a chegar ao Pólo Norte porque a bússola estava com demasiadas luzes acesas e que tinham de ir buscar todos os duendes que estavam na fábrica de brinquedos para os ir deixar com cada uma daquelas crianças.
Tiveram muito trabalho, mas todo ele foi compensado por múltiplos sorrisos que nasceram na cara de cada criança. Uma épica sensação da época que o Pai Natal desejou prolongar por todo ano. Talvez um dia ofereçam essa prenda ao nosso querido Pai Natal…

Tradições de Natal

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Sou fã incondicional do Natal. Para mim haveria Natal duas ou três vezes por ano. Não para estar com a família, felizmente pertenço a uma família que só se junta por duas razões - por tudo e por nada - mas por tudo o que o rodeia: as músicas, os doces, a árvore de Natal... Adoro tudo, mas mesmo tudo o que diz respeito ao Natal.

Nós levamos o Natal à séria, e por nós, leia-se toda a família.

Em finais de Outubro começamos a trocar emails entre todos para se combinar as prendas - hoje em dia só a geração mais nova recebe presentes. Pais, tios, avós e tios-avós juntam-se para comprar as prendas que os mais novos querem. Deixamos que escolham o que querem (se já o conseguirem fazer) e depois todos entram na prenda de todos. Acabamos por conseguir oferecer prendas melhores do que se as déssemos individualmente e os miúdos ficam todos contentes por terem o que efectivamente querem. Para os mais velhos, cada um compra um presente unissexo, de um valor fixo que depois é sorteado na noite de Natal.

Normalmente gosto de ir comprar as prendas das crianças. Mas este ano acabei por ter de passar a tarefa à minha irmã mais nova. Em meados de Novembro já as prendas estão compradas, embrulhadas e guardadas.

No dia 24 começamos cedo. Por volta das 10h já estamos em movimento, o Natal não é só jantarmos juntos. É fazermos tudo juntos - as filhoses, os doces, os patés, o bacalhau. Fazendo tudo em conjunto acaba por ser mais fácil e divertimo-nos muito mais. Como eu detesto cozinhar, deixo essa parte a quem sabe, mas claro que as filhoses são as da tia. O doce de grão é da mãe. Conseguem adivinhar o que faço eu? controlo de qualidade, pois claro. Provo tudo para desespero das cozinheiras. Mas sem esse controlo... como é que podiam saber que estava bem feito? obviamente que o meu papel é fundamental.

E stresso toda a gente. Mais não seja porque ando atrás do pessoal a comer, ai, perdão, a provar as coisas. Se reclamam... eu começo armada em burro do Shreck e grito: Sou um burro stressado!!! as risadas que se seguem valem tanto a pena!

À mesa, e enquanto jantamos, há sempre lugar a cantorias de Natal. Sim, eu, que tenho uma excelente voz para escrever à máquina, canto imenso na noite de Natal. Seguem-se as prendas - e não, não esperamos pela meia noite. Arrumamos a cozinha, bolos e doces na mesa e pronto, venham as prendas. Há sempre um pai Natal ou uma mãe Natal a fazer a entrega e a fazer o sorteio. Aos poucos, primeiro os miúdos depois o sorteio e assim nos vamos entretendo.

Apesar de sermos muitos, faltam-nos quatro pessoas. Os meus avós e os pais do meu tio. Acredito que estão por lá em todos os pensamentos, mas falta-nos a presença física. O que me leva a contar-vos uma história para terminar.

A minha avó era fã incondicional de chocolates Mercy. Todos os anos, no Natal, fazia questão que tivéssemos uma embalagem desses chocolates em casa. Lembro-me de, num determinado Natal, o raio dos chocolates estavam esgotados em quase todos os lados e eu tive de ir a vários hipermercados à procura até que acabei por encontrar uma embalagem das pequenas.

Essa memória é recordada todos os anos. Infelizmente a minha velhota já morreu mas os chocolates Mercy estão sempre presentes na noite de Natal. Mesmo que ninguém os coma, a caixa está lá.

E vocês, quais as vossas tradições de Natal?

 

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