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StoneArt Portugal

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Eu e os meus livros. Sejam bem vindos a esta minha casa.

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Westworld

Westworld.jpg

Comecei a ouvir falar desta série aqui há uns meses quando estava a terminar a Guerra dos Tronos e se comentou pela internet que a HBO estava a preparar a sua substituição por uma série em grande. Diziam que ia ser tão ou mais grandiosa que GOT, o que me interessou uma vez que não sou exactamente a maior fã de GOT (sim, é boa mas...)

Para quem não viu (ou não sabe), a série passa-se em Westworld, um parque temático tecnologicamente avançado onde os humanos podem "viver" no Velho Oeste, sendo que as personagens que lá vivem e interagem com os visitantes são andróides (os anfitriões) que lá estão para fazer tudo (mesmo mesmo tudo) o que os visitantes (os hospedes) desejarem. Em Westwold a única regra é que os humanos podem fazer o que quiserem sem medo de retaliação por parte dos anfitriões. O problema começa quando alguns dos andróides começam a questionar a sua existência e deixam de seguir o protocolo (ou, mais exactamente, a história programada).

Westworld começou a ser transmitida neste jardim à beira mar plantado na passada semana. Com um custo de aproximadamente 89 milhões de euros para a primeira temporada, e com um custo de 22 milhões de euros para o primeiro episódio (o episódio de estreia de "A Guerra dos Tronos" custou 17 milhões de euros), tinha tudo para ser a série com o factor UAU.

Não é. Ou, pelo menos para mim, não é, de todo. Depois do segundo episódio ainda não me conquistou.

Sim, é uma história interessante com um leque de actores bem conhecidos (o giraço Rodrigo Santoro, o veterano Ed Harris, o supra-sumo Anthony Hopkins e a jeitosa Evan Rachel Wood, entre muitos outros). As paisagens são lindíssimas, a música do genérico é fabulosa, levanta algumas questões sobre o uso de andróides mas não passa disso.

Admito que a culpa pode ser minha. Excesso de expectativas, talvez. Tal como aconteceu com GOT, esperava mais, muito mais, duma série que envolve tanto dinheiro, que se baseia numa história escrita por Michael Crichton e com este leque de actores.

Vou seguir esta série, quem sabe mais tarde mudo de opinião...

Mais alguém viu estes dois episódios?

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