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Stone Art

Coisas soltas da vida que povoam o meu quotidiano. Sem amarguras nem fatalismos, com aceitação, simplicidade, ironia e alegria. Sejam bem vindos a esta minha casa.

Viver no Barreiro

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As fotos acima foram tiradas hoje, às 7h20, no Barreiro. Ao que parece a Câmara Municipal, ansiosa por poupar – como todos nós, aliás – decidiu que a claridade que não se vê nas fotos (causada pelos carros que passavam) é mais que suficiente para os residentes nesta cidade possam andar, sem em segurança na rua.

Note-se ainda que, a esta hora, muitas crianças e adolescentes vão a caminho da escola e, claramente (not) sentem-se bastante confortáveis e seguros. Eles e os pais, claro.

Valha-nos, a quem reside no Barreiro e, principalmente nesta avenida, que, a esta hora, há muito trânsito e as luzes dos carros ajudam a não tropeçarmos em tudo e mais alguma coisa que possa estar na rua – sim, porque muitos dos ilustres cidadãos desta não menos ilustre cidade, não fazem ideia do que é um caixote do lixo e deitam toda a porcaria – e por toda entenda-se mesmo toda – na rua. Alguns até fazem o favor de a atirar das janelas das suas casas.

Outros – diga-se que não todos, mas alguns – donos de animais, mas mais animais que os que têm, acham que os dejectos devem ser limpos por outros que não eles, custa-lhes muito baixar os braços, pegar na porcaria com um saquito e colocar no caixote do lixo.

É uma tristeza viver numa cidade assim – onde a Câmara não pensa na segurança de quem aqui reside e trabalha e onde alguns residentes acham que podem sujar tudo que alguém, um dia, irá limpar.

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