por Magda L Pais, em 26.12.08
Foto de Liva RutmaneDeixa-me. Quero gritar
libertar os meus ecos
dessa injustiça que não sentes
quero. Mesmo que não saibas.
O mundo não parou
na lágrima que derramei
só a minha emoção se despiu
despindo toda a injustiça.
Sabes ver o meu sorriso?
Afinal, a injustiça, ficou aprisionada.
Este poema foi-me dedicado pelo meu amigo Paulo Afonso Ramos numa época conturbada. Felizmente resolveu-se tudo a contento e ele foi, sem dúvida alguma, um dos meus alicerces.