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Foi mais ou menos a meio da segunda reunião que tivemos com a empresa que está a tratar do processo da ida da Maggie para Inglaterra que percebemos que, além da candidatura à Universidade que implicaria um esforço adicional para terminar, cá, o 12º ano, haveria a hipótese de frequentar, já na Inglaterra, o Foundation Year.
E que é isto do Foundation Year. Bem, é o ano zero do ensino superior. Uma espécie de 12º ano tirado já na Universidade escolhida, obrigando, claro, a que todo o curso - incluindo o sandwich placement - seja feito na mesma Universidade.
É uma espécie de segunda oportunidade para os alunos que não conseguem - por qualquer razão - notas suficientes para entrada directa na licenciatura, ou uma forma de saltar um passo e adiantar caminho. E porquê adiantar caminho?
A duração do Foundation Year depende de universidade para universidade. Nalguns casos são 5/6 meses, noutros um ano lectivo. Sendo mais simples que o primeiro ano da licenciatura pode também ser aproveitado para o estudante, que está deslocado num país e numa cidade que desconhece, a viverem sozinhos, para se adaptarem, criarem novas rotinas, procurarem trabalho, etc e tal. Além disso, como os requisitos de entrada para o Foundation Year são mais simples que os requisitos para a licenciatura, a pressão é muito menor.
Na maioria das universidades, o Foundation Year inicia em Setembro/Outubro mas há algumas que inicia em Janeiro. Em ambos os casos, com entrada, em Setembro do próximo ano, na licenciatura.
No final da reunião a Maggie levou como TPC decidir entre várias hipóteses:
- terminar cá o 12º ano e candidatar-se para entrar na licenciatura em psicologia clínica em Setembro/2019
ou
- anular a inscrição cá, no 12º ano, e candidatar-se a entrar, em Janeiro/2019, no Foundation Year na De Monfort University em Leicester, em Medical and Life Sciences com passagem, em Setembro/2019, para a licenciatura em psicologia.
Analisando a primeira hipótese, a candidatura seria para a especialização que ela queria, numa universidade mais perto de Londres, cidade onde ela preferia estudar. É uma zona com um custo de vida mais elevado mas que é acompanhado pelos salários mais elevados pagos aos estudantes em part time. A desvantagem: entrada directa para a licenciatura, sem período de adaptação, risco de não entrar na licenciatura por causa da média e de ter de optar, à mesma, por um Foundation Year o que atrasaria um ano a entrada na licenciatura.
Quanto à segunda hipótese, teria a vantagem do período de adaptação, o custo de vida em Leiscester é mais baixo (sendo que os salários pagos aos estudantes também são mais baixos) mas a DMU não era a Universidade que ela queria, além do curso ser mais genérico, o que poderá implicar, mais tarde, uma especialização. Por outro lado as exigências para o Foundation Year são menores e com progressão para a licenciatura garantida em Setembro/2019.
E se fosse convosco? o que decidiriam?
Amanhã conto-vos o que a gaiata decidiu.
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