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É um dos tubérculos que mais gosto de comer. Tem um sabor bastante característico e uma cor que embeleza qualquer prato.

As beterrabas são pouco calóricas mas, em contrapartida, são ricas em açúcar, proteínas, vitamina A, B1, B2, B5, C, potássio, sódio, fósforo, cálcio, zinco, ferro e manganês, tornando-as numa excelente fonte de nutrientes, para além de uma óptima opção para grávidas que têm maior necessidade de ácido fólico durante a gravidez. Estas características fazem também, da beterraba, um excelente alimento para combater a anemia e à hipertensão.

As beterrabas cruas contêm um importante componente chamado betaína, o qual reduz vários tipos de inflamações no organismo.

Ajudam a desintoxicar o organismo, purificando o sangue e limpando o fígado.

As folhas da beterraba podem ser cozidas e comidas, como o espinafre. Podem também ser usadas para, com alguma gordura, fazer cataplasmas para feridas e inflamações na pele. 

Algumas curiosidades sobre as beterrabas:

  1. Meia beterraba cozida tem mais fibras alimentares que duas colheres de sopa de arroz
  2. Uma beterraba cozida tem mais potássio que uma banana
  3. Uma beterraba cozida tem 3 vezes mais magnésio que uma batata cozida.

A beterraba pode ser consumida crua, cozida, em pickles ou de conserva. Não interessa a forma, interessa consumir este tubérculo que é bastante saboroso e bastante saudável.

 

(podem consultar, aqui mesmo ao lado, os tópicos já publicados nesta rubrica)

 

Esta rubrica não está restringida a mim, à Sofia MargaridaAna e Bomboca de Morango. Todos podem participar. Só vos pedimos que nos dêem conta, de alguma forma, do post onde o fizeram para que possamos acrescentar na lista dos tópicos publicados.

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Estava a comer uma bela duma dourada ao almoço e ia engolindo uma espinha. E lembrei-me de partilhar convosco a seguinte recomendação. Nunca, mas nunca, comam pão “para empurrar” a espinha. É que o pão, de facto, empurra a espinha mas pode ser numa direcção errada – ou seja, em vez de a empurrar para o estomago, pode empurra-la contra as paredes do esófago e arranjam uma valente chatice.

Quando engolimos uma espinha, o ideal é, primeiro, mostrar a boca a alguém para ver se lho pode tirar, com os dedos ou com o auxílio de uma pinça, devendo a pessoa que vai tentar tirar a espinha, baixar a língua ao outro por meio de uma colher.

Beber um copo de água auxilia muitas vezes a descida da espinha para o estômago. O sumo de um limão pode ajudar a resolver o incómodo, porque amolece a espinha, tornando-a flexível. Há também quem aconselhe a beber bebidas com gás porque o gás ajuda a espinha a soltar-se.

 

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No nosso dia-a-dia usamos algumas expressões tão antigas que, muitos de nós, sabem o que elas querem dizer mas desconhecem a sua origem.

Hoje trago-vos a origem de algumas dessas expressões, que achei bastante curiosas:

 

Discutir o sexo dos anjos

Quando os turcos invadiram Constantinopla, capital do Império Bizantino, no século XV, saqueando e incendiando a cidade, violando mulheres e assassinando o último imperador, os teólogos locais, impassíveis, continuaram em concílio, onde discutiam se Adão tinha umbigo e qual era o sexo dos anjos.

Obras de Santa Engrácia

Erguida em 1568, a igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, foi severamente danificada por uma tempestade, em 1681. A sua reconstrução foi iniciada em 1682 mas só seria concluída em 1966 – 284 anos após o início da obra. Segundo a tradição popular, a igreja havia sido amaldiçoada como consequência de um amor impossível. Simão Pires Solis, um cristão-novo, cavalgava todos os dias até ao convento de Santa Clara, que ficava ao lado da igreja de Santa Engrácia, que estava em obras, para se encontrar às escondidas com a jovem Violante, feita noviça à força por seu pai, que não concordava com o namoro. Numa dessas noites, em 15 de janeiro de 1630,foi furtado o relicário de Santa Engrácia. Simão foi acusado do furto, preso e barbaramente torturado. Não podendo revelar a razão pela qual rondava a igreja todas as noites, pois comprometeria a amada, foi condenado à morte na fogueira. A execução da pena ocorreu em 3 de janeiro de 1631, nas proximidades das obras da nova igreja de Santa Engrácia. Enquanto as labaredas envolviam seu corpo, Simão gritava que era tão certo morrer inocente como as obras nunca acabarem. De fato, as obras da igreja duraram quase 300 anos. 

Ovo de Colombo

Num banquete na casa do cardeal Ximenes, ao ouvir o comentário de que, para descobrir a América bastava ter pensado nisso, Cristóvão Colombo desafiou os presentes a colocarem um ovo em pé sobre uma das extremidades. Como ninguém conseguiu, Colombo bateu ligeiramente a ponta do ovo na mesa e assim o colocou em equilíbrio estável. Todos retrucaram que assim também o fariam. Sem dúvida, retrucou Colombo, mas era preciso pensar isso, e ninguém o fez, senão eu.

Bicho de sete cabeças

A expressão tem origem discutida, mas destaco a que indica que a sua origem está na mitologia grega, mais precisamente na história da Hidra de Lerna, uma monstruosa serpente com sete (ou nove) cabeças que se regeneravam mal eram cortadas e exalavam um vapor que matava quem estivesse por perto. A morte da Hidra foi o segundo dos famosos doze trabalhos de Hércules.

 

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Nenhum arroz doce ou pastel de nata está completo sem uma pitada de canela. E uma pitada no café dá-lhe um sabor muito especial. Cá em casa, infelizmente, não pode ser muito usada porque o meu filho é alérgico à canela.

Quando a anacb me disse que ia enviar uma contribuição para esta rubrica, nunca pensei que fosse sobre esta especiaria que tanto gosto.

Então vamos lá aprender umas coisas sobre a canela.

A canela, que consumimos habitualmente em pó, obtém-se a partir da casca interna da caneleira, uma árvore originária do Sri Lanka que se encontra actualmente disseminada por todo o mundo, sendo comum nas zonas muito húmidas e preferencialmente montanhosas.

A substância química responsável pelo sabor e odor característicos da canela é o cinamaldeído.

A canela é fonte de manganésio (um antioxidante), ferro, cálcio e fibra. É excelente para o cérebro, impulsionando a função e a memória cognitivas, e para o sistema neurológico. Além disso, alguns pequenos estudos parecem indicar que a canela pode trazer benefícios para a saúde, se ingerida regularmente, reduzindo ligeiramente as taxas de açúcar e colesterol LDL no sangue. A dose ideal situar-se-ia entre ½ e 1 colher de chá por dia, no total. Muito saborosa, a canela pode ser usada na culinária como compensação para o açúcar, em termos de paladar – como tem um sabor adocicado e intenso, uma pequenina quantidade é suficiente para disfarçar a redução na quantidade de açúcar que se utiliza para fazer uma sobremesa, por exemplo.

Contudo, antes de desatarmos a engolir colheres de canela em pó umas atrás das outras, há que saber que a canela é um pó muito cáustico, cujas fibras de celulose são biorresistentes e não se dissolvem nem se degradam nos pulmões. Por isso, ao ingerir algum alimento com canela é preciso muito cuidado para não a aspirar, pois causa grande irritação pulmonar.

Além do uso tradicional na comida, a canela é excelente quando associada ao café ou ao chocolate. Um bocadinho de canela em pó misturada no café com leite ou no leite com chocolate, por exemplo, dá-lhes um sabor diferente e absolutamente delicioso. E é bom para a saúde.

 

Update - fica a dica da Ana Silva "coloco um pau de canela numa garrafa de água (preferencialmente na véspera) e vou bebendo ao longo do dia, é uma forma beber água e aliar o beneficio da canela."

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Uma das coisas que mais gosto no Outono são as castanhas. Assadas, cozidas, fritas, cruas, piladas. Basicamente, se é uma castanha e não está podre, eu como.

Lembrei-me, por isso, de investigar mais algumas coisas sobre as castanhas para partilhar convosco nesta rubrica.

Fiquei a saber, por exemplo, que as castanhas, no século XVII eram um dos produtos básicos da alimentação dos beirões e transmontanos – era muito usada para substituir o pão ou a batata.

Descobri também que as castanhas tem propriedades curativas e profilácticas, adstringentes, sedativas, tónicas, vitamínicas, remineralizantes e estomáquicas. Pelo seu valor nutritivo e energético, eram utilizadas em vários estados de mal-estar e doença. É também tónica, estimulante cerebral e sexual, anti-anémica (castanha crua), anticéptica e revitalizante. Para afinar as cordas vocais e debelar a faringite e a tosse nada melhor do que gargarejos com infusão de folhas de castanheiro ou de ouriços.

 

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É engraçado como, por causa dum blog e dumas coisas que se vai escrevendo por ai, se acaba por encontrar pessoas super simpáticas com quem acabamos por descobrir afinidades, mesmo quando estamos em pontos díspares deste jardim à beira mar plantado.

Passa-se isto mesmo com a Sofia Margarida (e nem, não só, mas também). Vivemos no mesmo Bairro Virtual, aqui nos blogs do sapo e somos assíduas na casa uma da outra. Eu aprendo com ela e ela, ao que parece, comigo. E, precisamente porque ambas gostamos de aprender e de partilhar o que aprendemos, combinamos criar uma rubrica nova nos nossos blogs chamada - Aprender uma coisa nova por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!

E a ideia é mesmo essa. Partilhar coisas novas todos os dias sobre qualquer coisa. A Sofia abriu ontem a rubrica com um post sobre o chá de malvas. E hoje, eu trago uma curiosidade sobre o Natal que é a minha época do ano favorita, ou, mais exactamente, sobre a procedência da árvore de Natal.

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Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceite atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegado, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. De seguida colocou alguns papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Lutero conseguiu, com esta árvore, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de Saturnália, que coincidia com o nosso Natal.

Update: Por dica de MDJ fiquei a saber que esta tradição germânica veio parar a Portugal por mão do rei-consorte D. Fernando II que veio para o nosso país para casar com a rainha D. Maria II. 

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