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Miniférias, em imagens

por Magda L Pais, em 06.04.15

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 Cassata com chantili, seguramente o melhor gelado de sempre. Sou super fã. Ida a Sesimbra sem comer este gelado, é mais ou menos como ir a Roma e não ver o papa.

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Uma booklover como eu aproveita todos os bocadinhos para ler.

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 Eu, a fortaleza de Santiago totalmente recuperada e a baía de Sesimbra. Para quem não conhece, quer a baía de Sesimbra, quer a Fortaleza merecem uma visita.

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 As minhas princesas de quatro patas.

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 Jogar ao Monopoly é uma excelente forma de passar a tarde em família. No primeiro dia o gaiato ganhou mas no segundo dia vinguei-me...

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 Servidos duns caracóis?

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 Meio metro de tosta para o lanche. São servidos? 

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Da mesma maneira que o gelado, em Sesimbra, é a cassata, o bolo é este. Um bolo de canela de, literalmente, lamber os dedos e pedir mais.

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Quando não há cassata, a opção passa pelo esparguete. Gelado de nata, topping de morango e lascas de amêndoa tostada. Um pedaço de mau caminho.

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A Saphira no seu descanso preferido em férias. A varanda.

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Podem não incomodar a Bunny? ela quer descansar...

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 Há dias de verão com menos pessoas na praia do que no sábado.

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Mini férias

por Magda L Pais, em 02.04.15

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Os dias estão mais quentinhos e, como Nota-se que estou a precisar de férias, nada como aproveitar estes três dias, não para umas Férias numa Sesimbra Francesa mas mesmo no meu destino de descanso preferido.

Desta vez com um gostinho especial, parece que metade do clube das pistosgas que lêem se vai encontrar para um gelado e um passeio, não é Sofia? Fica a faltar a a M* e a Nathy mas lá chegaremos.

Aproveitem bem estes dias de descanso e, pelo meio, se quiserem aprender mais sobre a Páscoa - as tradições, o calculo da data ou sobre os símbolos, passem aqui que não se vão arrepender. 

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Nota-se que estou a precisar de férias

por Magda L Pais, em 31.03.15

Quando escrevo, num contrato de trabalho, as seguintes clausulas:

 

Quarta -..........

Quinta - .........

Sexta - .........

Sábado - ....

 

vou ali matar-me, já volto...

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Férias numa Sesimbra Francesa

por Magda L Pais, em 11.02.15

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A propósito dA primeira vez #1 da Maria das Palavras, lembrei-me deste texto da minha filha, perdido nas catacumbas deste blog.

Estávamos em 2010 quando eu e o meu marido decidimos oferecer, aos nossos filhos, umas mini férias diferentes.

Aqui está a versão dessas férias contada pela minha gaiata, tinha ela 9 anos.

A meio do terceiro período escolar, os meus pais mentiram-me: disseram, a mim e ao meu irmão, que tinham tirado dias de folga para irmos a Sesimbra. A mãe disse que o nosso carro ia para a oficina, e que tínhamos de ir ao aeroporto buscar o seu afilhado, que vinha da Madeira, no carro da tia. Mas a mãe também disse que, quando fossemos para o aeroporto, tínhamos de levar as malas porque a tia tinha de ir às compras e ia comprar muita coisa e as malas não iam lá caber. Eu e o Martim (o meu irmão) acreditamos. Eu e o Martim, que estávamos a fazer as malas, ouvimos a mãe dizer, alto e bom som, que íamos ver um avião por dentro.

Quando chegamos ao aeroporto, a mãe foi entregar as malas e mandou-nos irmos dar uma volta pelo aeroporto. Quando a mãe regressou, já sem as malas, fomos para a sala de espera do aeroporto. A mãe apontou para um avião e disse que era aquele que íamos visitar.

Passado um bocado, fomos para o avião vê-lo por dentro. A mãe disse que tínhamos de fingir que íamos voar e, portanto, tivemos de nos sentar.

Quando o avião estava prestes a levantar voo, entrei em pânico, e estava sempre a dizer: mãe vamos sair! Mãe vamos sair!...

E continuava desesperada, quando a mãe nos diz: Afinal não vamos para Sesimbra, vamos para Paris!

Eu fiquei de boca aberta e cada vez mais em pânico e perguntei: mãe, o piloto é experiente? Ele já fez muitos voos? Este avião é seguro?

E perguntei muitas mais coisas, ao que a mãe respondeu: sim, este avião é o mais seguro. A TAP (Transportes Aéreos de Portugal) é a companhia de aviões mais segura e ainda só teve um acidente com estes aviões mas foi há muito muito tempo.

Mais tranquila, sossegada e com menos pânico, deixei-me ficar sentada. Momentos depois, a mãe disse que o avião ia levantar voo e, na verdade, começou a andar.

- Tamos a andar – disse o Martim.

- Claro que estamos, não querias ficar aqui parado o tempo todo, Martim – murmurei eu, mas nem a mãe nem o Martim ouviram.

- Encostem-se, vamos começar a andar mais depressa e depois vamos voar!

E começamos mesmo a voar. Íamos a uma grande velocidade.

- França, aqui vamos nós! – disse eu – Paris, aqui vamos nós!

O que o texto não diz – porque ela ficou de escrever a continuação, mas depois acabou por se esquecer (ou teve preguiça) – foi o que aconteceu depois.

A viagem foi muito tranquila, sem poços de ar. Eu a ler um livro, eles a delirar. A meio da viagem pedi à hospedeira se era possível os miúdos, por ser a primeira viagem deles, visitarem o cockpit. A hospedeira falou com o comandante e ficou combinado (mais uma vez sem que os miúdos soubessem) que, quando aterrássemos em Paris, não sairíamos logo para eles poderem ir visitar o cockpit.

E assim foi. A tripulação foi duma simpatia que só visto, deixaram os gaiatos sentarem-se nas cadeiras, mexerem nos botões, explicaram várias coisas e os miúdos estavam nas suas sete quintas. Estivemos, seguramente, mais de meia hora dentro do avião com aquela tripulação fantástica - ao ponto da tripulação seguinte e o pessoal da limpeza estar, cá fora, a espera que nos dignássemos a sair.

Quando saímos, começamos à procura da paragem do autocarro. Para Paris? Não, é que nós não íamos para Paris. Íamos para a Disneyworld. E eles só descobriram isso quando já iamos a caminho. Apesar da paragem ter um Mickey enorme e do autocarro estar decorado com todas as personagens Disney.

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Viajar de avião

por Magda L Pais, em 28.10.14

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Sim, eu gosto de viajar. Sem dúvida alguma. De conhecer outros países, outras culturas, outras comidas, outras formas de estar. E até de aprender como a mesma expressão pode ter significados diferentes em culturas diferentes.

(e aqui recordo, por exemplo, quando estive em Cancun, na minha viagem de finalistas – que saudades dos meus filhos finalistas – que, na visita que fizemos a Chichen Itza, o guia nos ter mostrado toda a cidade Maia, incluindo o campo de jogos e de nos ter explicado, nesse mesmo campo, que o capitão da equipa vencedora era morto no final do jogo, porque a morte era a maior recompensa possível. Depois, um pouco mais à frente, mostrou-nos uma cabeça duma cobra e disse-nos que os Maias diziam que dava sorte tocar nos dentes daquela cobra. Claro que foi um corrupio, todos quisemos tirar a foto da praxe, a tocar nos dentes da cobra. No fim das fotos, o guia riu-se e disse-nos – acho que todos se esqueceram que sorte, para os maias, era morrer… Foi gargalhada geral, naturalmente, mas veio comprovar que, de facto, a mesma coisa pode ter significados muito díspares em diferentes culturas).

Mas adiante, e voltando ao tema – as viagens de avião. Por mais que goste de viajar, não gosto de viagens de avião. Não gosto porque tenho vertigens, gosto de ter os pés assentes na terra e faz-me muita confusão aquelas toneladas todas lá em cima como se fosse muito leve. Dito isto, digo também que não deixo que esse medo me impeça de viajar – o que me pode impedir de viajar é a falta de dinheiro e não o medo dos aviões.

Até aqui tudo bem. Assim como assim, entro no avião, sento-me longe da janela, pego num livro e pronto. A viagem corre bem, seja ela de 14 horas (como foi até a Cancun) ou de hora e meia como foi até ao Funchal (ah e também já viajei num avião da força área entre Lisboa e Montijo – 20 minutitos).

Agora o problema vai ser em 2024 se esta tecnologia for para a frente. É que, ao que parece, só na casa de banho é que vou poder não ver o que se passa no exterior do avião. E isso assusta-me, confesso. Tá certo, será uma poupança no combustível e pode ser (pode ser!) que isso se reflita nos preços e me permita viajar mais vezes. Mas ainda assim… não sei não.

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férias na Madeira

por Magda L Pais, em 28.08.14
(estrada com dois sentidos)
 (estrada para o céu)
(mestra do disfarce)

Este ano, em Julho, em vez de ficarmos só em Sesimbra, resolvemos ir conhecer a Ilha da Madeira. Quer dizer, na verdade, eu já conhecia a Ilha – esta foi a minha sexta visita – mas o maridão e os filhotes nunca tinham lá ido.

Alugamos uma carrinha, ficamos na casa da minha comadre e do meu afilhado e, onze dias e quase dois mil quilómetros depois, ficamos a conhecer a Ilha da Madeira quase ao pormenor. Por terra e por mar. Foram onze dias de reencontros com a Fátima, que conheci na segunda visita que fiz à Ilha e com quem nunca perdi o contacto e que é, por direito, da minha família – e se outra razão não houve, porque é a mãe do meu afilhado. Foi também o reencontro com amigos e amigas que são como família. Onze dias de passeios, boa comida, excelente companhia e ainda melhor convívio.

A ilha continua tão linda como sempre a recordei. Muitas das estradas mais bonitas – mas também mais perigosas – foram fechadas (algumas por derrocadas) mas a beleza continua lá. Hoje é muito mais fácil (e mais rápido) percorrer a ilha de carro mas ainda há algumas estradas (como estas duas das fotos acima).

Ficou a faltar a visita a Porto Santo, mas tenho a certeza que lá iremos um dia. E que voltaremos à Ilha da Madeira.

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