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e ainda:
obi wan Saphira
obi wan Bunny
(a Bunny e a Saphira são bem mais giras que o original, não acham?)
Vim tomar uma banhoca, mas não faz mal que eu adoro água. Só é pena não poder correr mas acho que não iam achar muita piada comigo a correr aqui pela sala...
Viram como fiquei ainda mais bonita? e até tive direito a laço no cabeça
Oh p'ra eu com complexo de ET...
Não tou cá...
Já vos disse que odeio banhos? mesmo muito?
Mas fiquei lindinha, não fiquei? e com direito a um laço também!
Leia o artigo da Sábado (clique na imagem para aceder) e descubra qual é o melhor para si. Nós, lá por casa, escolhemos estas meninas e sentimo-nos completos com elas.
e digam lá que não viemos todas bonitas?
temos uma vida mesmo agitada... o melhor é descansar mais um pouco
Já vos falei aqui da Bunny e de como fomos adoptados por ela.
Com a Saphira a história foi diferente.
Há dois anos atrás, numa quinta-feira, andava o meu marido de volta do OLX à procura duma coisa qualquer, quando viu a foto duma cadelinha cujos donos queriam dar. Foi amor à primeira vista. Dele, meu e dos nossos filhos. Apesar de serem quase 10 da noite, como o anúncio tinha um número de telefone, liguei de imediato mas ninguém atendeu. Então mandei um sms e logo de seguida um email a dizer que queríamos ficar com a patuda.
Não tive qualquer resposta e, no dia a seguir, continuei a insistir. Liguei umas quantas vezes nessa manhã sem que me respondessem. Enviei vários sms’s e não obtive qualquer resposta. À hora de almoço já estava desanimada e decidi que só ia tentar mais duas vezes. Tentei e nada.
Mas depois pensei – ah, não há uma sem duas nem duas sem três, ‘bora lá tentar de novo. E tentei. E fui atendida. Só que as noticias não eram boas. A Cooper (era o nome da cadela) já tinha um casal interessado e que iriam, ao fim do dia, conhece-la para decidirem se ficavam com ela ou não. Fiquei desanimada e pedi, sem esperanças, que a senhora me ligasse se o casal desistisse.
Passados uns momentos voltei a mandar uma mensagem à anunciante – Todos nós, lá em casa, estamos a rezar para que o casal desista. Seja qual for a decisão do casal diga-nos. Nós não queremos conhecer primeiro a cadelita, queremos mesmo ficar com ela.
Umas horas mais tarde, lá recebi o sms desejado – as vossas preces foram ouvidas. Quando é que querem vir busca-la?
E no dia 15 de Março, sábado de manhã, lá fomos buscar a Cooper. A Cooper, assim que viu o meu marido, saltou-lhe – literalmente – para o colo e só o deixou quando entrou para o nosso carro. Enquanto a moça nos contava que tinha sido forçada a dar a Cooper porque uma das filhas tinha pavor de cães, a cadelita estava ao colo do Miguel, sem ligar àquela que, até ali, tinha sido dona dela. E mesmo quando nos fomos embora, pensamos que ela ia ganir ou mostrar-se triste/receosa mas não, estava alegre e satisfeita – como, aliás, é o normal dela lá em casa.
Logo que chegou a casa foi rebaptizada. Perdeu o Cooper e passou a Saphira – o dragão de Eragon, livro que eu e a minha filha adoramos.
A adaptação dela e da Bunny correu lindamente. Desde o primeiro dia que se dão excepcionalmente bem, apesar de não as termos apresentado da melhor forma de acordo com o treinador. Tem uma diferença de idade de dois meses (a Saphira é mais velha) e isso deve ter ajudado imenso.
Com a Saphira a casa ficou completa. Apesar de ser uma cabra maluca, e de, muitas vezes, fazer disparates, a verdade é que, sem ela (e sem a Bunny) a nossa vida era diferente – para pior!
Ontem, numa das minhas séries preferidas – Bem Vindo a Beiras – a aldeia procurava o que fazia os seus habitantes sorrir. E que belo mote para um post num dia invernoso, não acham?
Então a mim, o que me faz sorrir é a família; o cheiro dum livro novo; o sorriso das crianças; as lambidelas das Bunny e da Saphira; o arco-íris; o (re)encontro com amigos e amigas; ler na praia; sentar-me, sem tempo e hora, num banco de jardim com um livro por companhia.
Para cinzento já basta o dia lá fora e por isso deixo-vos o desafio. Vamos lá encher os nossos blogs de sorrisos e do que vos faz sorrir. Contem-nos lá o que vos faz sorrir.
Aqui há umas semanas, em conversa com a Sofia Margarida, falei-lhe que gostava de ter alguma peça feita por ela em feltro. Para quem não sabe, a Sofia é uma fada do feltro (ok, eu sei que prefiro bruxas, mas no caso da Sofia, o que se aplica é mesmo o termo fada - das mãos dela saem trabalhos feitos à mão - exclusivamente à mão - absolutamente extraordinários).
Quando lhe falei nisto, a pergunta foi a sacramental - que peça? pois, fiquei na dúvida. Queria uma coisa diferente, que me dissesse alguma coisa. E então lembrei-me. Lembrei-me das duas meninas de quatro patas que andam aqui por casa, que são a nossa alegria e que adoramos - a Bunny & a Saphira. Já vos falei delas aqui, aqui e aqui.
Mostrei então esta foto à Sofia e disse-lhe que queria uma peça em feltro com as minhas patudas:
(A Saphira é a cor de mel, a Bunny é a que tem quatro olhos)
A primeira reacção da Sofia foi - ah e tal, não sei se consigo. Mas vou tentar.
A seguir foi preciso decidir que tipo de peça seria. Um porta chaves? Um enfeite de Natal? Aqui já não foi difícil decidir. Afinal, sendo os livros a minha paixão e dado que a ideia era poder leva-las sempre comigo, decidi-me por um marcador de livros. Aliás, por dois, um com a Bunny e outro com a Saphira.
Deitada a mão à obra, a Sofia foi fazendo o favor de me ir enviando fotos do processo criativo. E que processo. A cada nova foto, a minha vontade de ter as peças comigo era ainda maior. Estavam a ficar lindíssimas.
Até que, no dia do meu aniversário, a Sofia mostrou ao mundo o resultado final - podem conferir aqui. Confesso aqui, que ninguém nos ouve/lê, que quase que me apeteceu saltar de satisfação (pronto, não o fiz porque senão podiam achar que era um tremor de terra...) pela qualidade do trabalho. Estavam, em tudo, semelhantes às pequenitas que aqui andam. Foi uma excelente prenda que me foi oferecida, naquele dia.
E ontem recebi as peças. Coisas dos correios, que andam sempre atrasados - ainda para mais em Dezembro - mas elas cá chegaram. E só vos posso dizer que estão ainda melhor do que parecem nas fotos que a Sofia mostrou:
Não ladram, é verdade. E são bastante mais maneirinhos que os modelos originais. Mas tirando isso, o cuidado com os pormenores é, de facto, fabulástico (sim, eu sei que esta palavra não existe. O que não quer dizer que não a possa usar para definir o trabalho da Sofia). Até temos uma cauda que abana.
Eu sei que já falei aqui muitas vezes da Sofia e já recomendei várias vezes que visitem o blog dela. Só o fiz porque a Sofia é uma amiga extraordinária, daquelas que, apesar distante, está sempre presente. Carinhosa, brincalhona, sincera, trabalhadora, simpática - são apenas algumas das características da Sofia. Junte-se a humildade e temos uma pessoa extraordinária, uma das melhores descobertas neste bairro que é o sapo blogs.
Agora, e hoje, não vos recomendo o blog dela. Recomendo que visitem apenas os trabalhos dela aqui. Vejam a evolução entre a primeira peça que ela fez para oferecer à mãe e as peças acima e encomendem peças personalizadas para vocês e para oferecerem. Vão ver que não se arrependem. Eu sei que não me arrependi.
Ou então arrependi-me. Já me roubaram a Bunny. A minha filha quer ficar com ela e eu não sou capaz de dizer que não. Raios!
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