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Um estudo de 2010, do Tilburg Institute for Behavioral Economics Research, na Holanda, concluiu após um inquérito realizado junto de estudantes universitários que as mulheres que adoptam o nome do marido são “mais carinhosas, mais dependentes, menos inteligentes, mais emotivas, menos competentes e menos ambiciosas”. Pelo contrário, os inquiridos consideraram “menos carinhosa, mais independente, ambiciosa, inteligente e competente” as que mantiveram o nome de solteira.
retirado daqui
Eu adoptei o apelido (na verdade os dois apelidos) do meu marido e:
E conheço mulheres que não adoptaram os apelidos dos maridos e:
Por mais que tente, não consigo ver a ligação entre as capacidades das mulheres e a adopção, ou não, do apelido do marido.
Mas que mania esta de se espartilhar, classificar e estudar tudo. Se tem demasiado tempo livre, venham cá ter comigo que eu arranjo-vos que fazer. Se tem dinheiro a mais, passem-no para a minha conta que eu tenho bom destino a dar-lhe.
Não concordo :D eu tenho um curso superior e, quem me conhece, sabe que sou tudo menos submissa e dependente. Tenho 45 anos e há muita gente, na minha geração, que não adoptou o apelido do marido. A minha irmã tem 41 e não o fez. E aqui podes ver como duas pessoas, mulheres, com a mesma educação familiar, os mesmos estudos, o mesmo ambiente social e com pouca diferença de idades tiveram opções diferentes. A minha irmã mais nova, com 34 anos, teve a mesma opção que eu. E acredita, submissa e dependente é que ela não é (como nenhuma de nós).
Dizer que uma pessoa é “mais dependente, menos inteligente, mais emotiva, menos competente e menos ambiciosa” por ter adoptado o apelido do marido não faz qualquer sentido. E gastar dinheiro a estudar esta questão faz ainda menos sentido.
há mil e uma razões para se adoptar o apelido do marido. Acredito que haja, no meio de tanta gente que o faz, mulheres que se adaptem ao perfil do estudo. Mas acho que a grande maioria não se inclui.
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