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Hoje, No Blog com... a Paula Lima
Paula, 48 anos, que gostava de ter sido arqueóloga e acabou atrás de um ecrã de computador e a mexer em papéis, como tanta mais gente que por aí anda no mundo. Mas o meu mundo não pára aqui e os interesses na vida, vão para além do trabalho, e são variados onde se destaca sobretudo o ponto de cruz (que dá mote ao meu blog) e a leitura, com os quais descanso a mente. Mas passeios e cinema, música e pintura, tudo pode passar por lá, porque fazem parte do que gosto na vida. Pensava eu ter perdido a vontade de blogar/escrever, já que tive um blog anterior (terminado em 2012), quando descobri à uns meses uns blogs no "Sapo", bem interessantes, e começou uma comichão nos dedos a crescer para voltar. Com o incentivo do meu rapaz, as saudades que a Shirlee (amizade do outro lado do mundo, feita através do 1º blog) disse ter do meu blog, o empurrão da Magda e da MJ (que acabaram por amadrinhar esta vontade), volto aos blogs e à escrita. Com a perfeita noção que, aos 48, metade da minha vida já foi (bem vivida, sem arrependimentos de nada nem de coisa nenhuma), tenho a determinação de viver cada dia o melhor possível, tranquilamente.
1. Deixada pela Ana Borges: como te vês daqui a 10 anos?
Não prevejo grandes alterações no meu dia a dia, portanto viver tranquilamente a vida, da melhor forma possível, aproveitando um dia de cada vez, com esperança de chegar a esses distantes dez anos e ambicionar chegar ainda para além disso.
A influência da Agatha Christie e dos seus livros. Não era só o mistério que me interessava, mas todas aquelas paisagens maravilhosas. Há muitos anos atrás via-me de pincel na mão a afastar o pó de um daqueles achados magníficos, aos pés da Esfinge. Ver ao vivo a Pedra da Roseta foi um sonho conseguido, nos anos 90. Depois a realidade meteu-se no caminho!
Há vários livros a que volto sempre, mas tenho que reconhecer que o que mais folheio é "Orgulho e Preconceito" da Jane Austen.
O Natal é, sempre foi, uma das épocas do ano mais importantes para mim, representando sobretudo a reunião familiar. Com os anos essa reunião tornou-se um bocadinho mais difícil, mas o espírito manteve-se tendo sido aumentado à onze anos porque o meu cavaleiro andante gosta tanto ou mais do que eu do Natal. Podemos não estar presencialmente com as pessoas de quem gostamos mas em espírito estão connosco, sempre.
Qual a tradição natalícia que não dispensas?
Aproveito a que deixo para a próxima convidada, ou seja qual a tradição natalícia que não dispensas (e obrigada pelo convite, já que esta parte importante ficou esquecida na apresentação da minha pessoa)?
Para tristeza da minha filha - que a odeia - eu não dispenso a árvore. Nem as filhoses feitas pela minha tia. Nem o estar com a família (se bem que, neste caso e como diz o meu cunhado, na nossa família a tradição de juntar a família toda acontece umas dezenas de vezes por ano, pelo que um Natal diferente seria... não estarmos juntos). Não dispenso o bacalhau cozido na noite de Natal e o almoço de peru. As discussões porque as filhoses estão muito grossas ou porque estão muito finas. Eu a provar tudo e mais alguma coisa e a stressar toda a gente (só porque sim). Também não dispenso a compra das prendas para a geração mais nova (este ano tive de o fazer por motivos de saúde e custou-me imenso). E não dispenso começarmos a pensar em tudo em Outubro. Enfim, e resumindo, a tradição natalícia que não dispenso é... o Natal com tudo o que tem direito.
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