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Optimismo

por Magda L Pais, em 08.02.16

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Sou optimista por natureza. Para mim o copo nem está meio cheio nem meio vazio - está pronto a ser bebido, sem que interesse a quantidade de líquido. Em todas as situações (mesmo todas) procuro - e encontro - o lado positivo, aquele que, no fundo, me interessa mais - e que levou a que a M.J., quase em desespero, me tivesse dito um dia destes: Credo! mas tu vês sempre o positivo da coisa? irra!

Um bom exemplo disto passou-se a semana passada. Estávamos duas pessoas no escritório. Eu espreguicei-me, com os braços no ar e, curiosamente, a outra pessoa fez o mesmo. Na brincadeira disse - e agora uma onda no escritório. A resposta da outra pessoa foi, a rir - uma onda com duas pessoas é triste. Ao que eu respondi: Não, não é triste! esta onda teve a estonteante participação de 100% das pessoas que estavam presentes. Diz-me lá que outras ondas - nos estádios, concertos e afins - assististe onde a participação tenha sido tão elevada?

Parecendo que não, a forma como encaramos as coisas - encontrando sempre o lado positivo - ajuda-nos a encarar com mais facilidade o dia a dia. Isso e pensarmos que, por pior que estejamos, há quem esteja pior que nós.

Por outro lado... a verdade é que, por mais lugar comum que seja, tristezas não pagam dívidas. por isso... mãos para cima, façamos a onda e sejamos optimistas. Hoje e sempre!

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19 comentários

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José da Xã a 11.02.2016

Belo texto e filosofia de vida, Madga. Sou igualzinho. E mesmo quando fiquei cego da vista esquerda não temi o futuro.
Depois vieram os AVC's e fiquei de pé. Surdo do ouvido direito sim mas com estaleca para seguir com a minha vida. Creio mesmo que foi a escrita (mesmo que sofrível) a minha tábua de salvação.
Se o copo está meio cheio ou meio vazio é por que tem alguma coisa. E faz-me lembrar uma estória muita antiga e que reza assim:
Um homem chegava todos os dias a casa muito bêbado. Um dia a mulher já cansada confessou - quem me dera que copo de vinho custasse 5 contos.
Para o marido logo responder: e que cada copo tenha o tamanho duma banheira.
É com este espírito que se deve olhar a vida. Isto não se aprende... assume-se.
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Magda L Pais a 14.02.2016

não conhecia essa história mas sim, sem dúvida que é essa a ideia :D

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