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Flightradar

por Magda L Pais, em 31.03.15

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Que atire a primeira pedra ou farpa quem não fica assustado cada vez que cai um avião. Ninguém? pois, foi o que pensei.

Consciente ou inconscientemente, é um receio que vem ao de cima sempre que há um acidente, seja ele deliberado ou não.

Já o disse aqui, não sou particularmente fã de viagens de avião. Gosto de viajar e de passear mas, sempre que possível, com os pés assentes na terra. Literalmente assentes na terra. Mas não é por isso que deixo de o fazer – o gosto por viajar é superior ao receio do avião.

E será que o avião é mesmo seguro? E se é seguro, porque é que há tantos acidentes e são sempre notícia?

A resposta na foto acima. Cada imagem é um avião que estava a circular no espaço aéreo deste terceiro calhau a contar do sol às 11h47 a.m.. Conseguem contá-los? Pois, eu também não. Por cima da Europa e por cima dos Estados Unidos são aos milhares a voar ao mesmo tempo. São tantos que ficamos a pensar – como é que não há mais acidentes?

Já desconfiava desta realidade, do número imenso de voos que acontecem diariamente mas hoje, no site Flightradar deu para ver.

Nesse site, que acho fabulástico, pode-se ainda acompanhar um voo qualquer, desde que levanta voo até que aterra. E se clicarmos no avião que o representa, na lateral, podem ver a altitude, a velocidade, a foto do avião, a origem e o destino. Muito útil para quem, por exemplo, vai ao aeroporto buscar alguém – basta consultar o Flightradar e, com uma margem de segundos, sabe a hora de chegada do avião – em segurança, como se espera que aconteça sempre.

Confesso que fiquei fã!

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Viajar de avião

por Magda L Pais, em 28.10.14

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Sim, eu gosto de viajar. Sem dúvida alguma. De conhecer outros países, outras culturas, outras comidas, outras formas de estar. E até de aprender como a mesma expressão pode ter significados diferentes em culturas diferentes.

(e aqui recordo, por exemplo, quando estive em Cancun, na minha viagem de finalistas – que saudades dos meus filhos finalistas – que, na visita que fizemos a Chichen Itza, o guia nos ter mostrado toda a cidade Maia, incluindo o campo de jogos e de nos ter explicado, nesse mesmo campo, que o capitão da equipa vencedora era morto no final do jogo, porque a morte era a maior recompensa possível. Depois, um pouco mais à frente, mostrou-nos uma cabeça duma cobra e disse-nos que os Maias diziam que dava sorte tocar nos dentes daquela cobra. Claro que foi um corrupio, todos quisemos tirar a foto da praxe, a tocar nos dentes da cobra. No fim das fotos, o guia riu-se e disse-nos – acho que todos se esqueceram que sorte, para os maias, era morrer… Foi gargalhada geral, naturalmente, mas veio comprovar que, de facto, a mesma coisa pode ter significados muito díspares em diferentes culturas).

Mas adiante, e voltando ao tema – as viagens de avião. Por mais que goste de viajar, não gosto de viagens de avião. Não gosto porque tenho vertigens, gosto de ter os pés assentes na terra e faz-me muita confusão aquelas toneladas todas lá em cima como se fosse muito leve. Dito isto, digo também que não deixo que esse medo me impeça de viajar – o que me pode impedir de viajar é a falta de dinheiro e não o medo dos aviões.

Até aqui tudo bem. Assim como assim, entro no avião, sento-me longe da janela, pego num livro e pronto. A viagem corre bem, seja ela de 14 horas (como foi até a Cancun) ou de hora e meia como foi até ao Funchal (ah e também já viajei num avião da força área entre Lisboa e Montijo – 20 minutitos).

Agora o problema vai ser em 2024 se esta tecnologia for para a frente. É que, ao que parece, só na casa de banho é que vou poder não ver o que se passa no exterior do avião. E isso assusta-me, confesso. Tá certo, será uma poupança no combustível e pode ser (pode ser!) que isso se reflita nos preços e me permita viajar mais vezes. Mas ainda assim… não sei não.

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