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era assim...
E já agora, que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?
Convido-vos ainda a ver Olha que ideia que sim senhor - Jantar de Natal Sapo Blogs (e outros também)
Apesar da boa vontade da senhora, confesso que este método altamente cientifico e comprovadamente eficaz me levanta algumas dúvidas, nomeadamente:
- eram ovos com duas gemas ou gemas de ovos diferentes?
- os ovos eram de tamanho s, m, l ou xl?
- é preciso constipar-nos primeiro ou basta comer gemadas?
- o acuçar era refinado ou mascavado, branco ou amarelo?
- houve um pai?
- os filhos são um doce?
- o resultado é sempre um par de rapazes?
- o açúcar influenciou o humor dos filhos?
Dúvidas... perguntas... questões... como é que eu vou conseguir sossegar o meu cérebro depois disto?
É que não basta dar os resultados dos estudos científicos, é preciso esclarecer as questões colaterais.
Tenho de partilhar convosco dois momentos humorísticos do meu dia de hoje.
O primeiro passou-se no elevador. Eu e mais cinco ou seis homens. De repente começa esta música:
E um deles atende o telemóvel....
(e eu só pensei que ainda bem que estava a chegar ao piso onde tinha de sair senão não ia aguentar mais o riso)
Um colega meu foi almoçar. Ao lado um casal pede ameijoas à bulhão pato. Quando o prato chega perguntam ao empregado: onde está o pato?
Ontem o StandVirtual cometeu a “asneira” de brincar com um estereótipo: as mulheres não sabem estacionar.
Caiu o carmo, a trindade, o papa e o santo António e mais umas quantas beatas. Que era machista, misógino, estereotipado e sabe-se lá mais o quê. Foram tantas as críticas, ameaças e afins que achei, por momentos, que tinham cometido um crime de lesa-majestade. Ou, pior ainda, que tinham matado alguém.
Eu ri-me. Primeiro porque eu detesto estacionar. Preferencialmente estaciono a direito, sem muitas manobras. De tal modo que quase que pensei que me tinham tirado uma foto a mim própria. Depois porque brincaram com uma coisa que toda a vida ouvi: as mulheres conduzem mal e que nunca levei a mal, apesar de ser mulher e mesmo quando não conduzia. Por fim… é humor, minha gente. Humor! E eu já disse aqui várias vezes que se pode brincar com tudo – do cancro aos estereótipos, das coisas boas e das coisas más, das crianças aos velhos. Temos de saber rir, acima de tudo porque a vida não pode nem deve ser levada demasiado a sério (até porque nem sequer saímos dela com vida).
Estamos a cair no exagero do politicamente correcto. Estamos a criar uma geração de enxofrados, de flores de estufa que não sabem rir de si próprios, que se ofendem por tudo e por nada. Hoje tudo é bullying, incorreto, ofensivo, machismo, intolerante. Antes de se escrever ou dizer qualquer coisa temos de fazer estudos de mercado, análises, sondagens e, mesmo assim, corremos o risco de alguma alma se sentir ofendida.
Não se atira o pau ao gato porque é violência. Não se brinca com as loiras porque é um estereótipo. Ai de quem contar uma anedota sobre ciganos, deficientes, alentejanos ou pretos
(alguma vez ouviram um preto a contar anedotas de pretos? Eu já. E muitos dos meus amigos de faculdade também. Porque aquele jovem brinca, e muito, com isso. É uma pessoa resolvida, sem complexos, coisa que falta a muita gente)
Será que a humanidade (ou pelo menos boa parte dela) perdeu a capacidade de se rir de si própria e só quer rir dos outros? Se assim é, desculpem, mas perderam também esse direito. Ninguém, mas mesmo ninguém, tem o direito de se rir dos outros se não souber, primeiro, rir-se de si própria. No dia em que isso acontecer, certamente que deixaremos de ser tão politicamente correctos, tão aborrecidos com tudo e o mundo tornar-se-á um lugar muito melhor.
Experimentem. Vão ver que não dói nada.
Podemos nem jogar nada de especial. Mas somos os campeões do humor, sem dúvida.
(uma pequena compilação das imagens que vi por ai)
Passo dois: colocar os ju..carne na câmara de... Panela
Passo três: desligar o gás quando os gritos parare... *cof* quando tiver passado 40 minutos
Passo quatro: depois bata a carne ate ficar tenra e mande tudo para uma vala..tacho e encha o resto com terr... condimentos
Passo cinco: derreta os judeus diabético até formar uma pasta de caramelo dourada e suave
(em caso de dúvida, leia o que penso sobre Humor negro)
Já vos contei que adoro Humor negro. E cá em casa não sou a única. Como sei que há mais gente por ai que gosta deste tipo de humor (na verdade eu gosto de todos os tipos de humor, mas adiante), vou começar a publicar, de vez em quando, piadas negras.
E escusam de me vir acusar de ser mázinha, de não ter respeito, etc e tal. Porque tenho. Acreditem que tenho. Mas, como já expliquei, não é por me rir das situações que as respeito menos. Antes pelo contrário.
Assim sendo, aqui fica a primeira.
Sabem que os Estados Unidos não podem jogar xadrez? É que já não tem as duas Torres...
Que o sinal de proibida a venda ambulante dá mesmo jeito é para pendurar os cabides. E que bem que a roupa fica aqui pendurada...
1. Pegue o gato e coloque-o em seu braço esquerdo como se estivesse segurando um bebé. Posicione o dedo indicador e o polegar da mão esquerda em cada canto da boca do gato. Pressione levemente para que ele abra a boca. Tão logo isto aconteça, coloque o comprimido em sua boca. Permita que o gato feche a boca e engula a pílula.
2. Pegue a pílula do chão e o gato atrás do sofá. Encaixe-o no seu braço esquerdo e repita o processo.
3. Apanhe o gato no quarto e jogue fora o comprimido encharcado.
4. Pegue um novo comprimido, coloque o gato em seu braço esquerdo e segure as patas traseiras com a sua mão esquerda. Force-o a abrir a boca e empurre o comprimido até a garganta com o indicador. Feche a sua boca imediatamente e conte até 10 antes de soltá-lo.
5. Apanhe o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-roupa. Peça ajuda a um amigo.
6. Ajoelhe-se no chão com o gato preso firmemente entre os joelhos, segurando suas quatro patas. Ignore os grunhidos emitidos pelo gato. Peça ao amigo que segure com força a cabeça dele enquanto você abre a boca do gato. Coloque uma espátula de madeira o mais fundo que puder. Deixe o comprimido escorregar pela espátula e esfregue a garganta vigorosamente.
7. Apanhe o gato que está grudado no trilho da cortina e pegue outro comprimido. Lembre-se de comprar uma nova espátula e remendar a cortina. Cuidadosamente, enrole o gato numa toalha de modo que apenas sua cabeça fique de fora. Peça para seu amigo mantê-lo assim. Dissolva o comprimido em um pouco de água, abra a boca do gato com o auxílio de um lápis e despeje o líquido em sua boca.
8. Veja na bula do remédio se ele é nocivo para seres humanos. Beba um pouco de água para se acalmar. Faça um curativo no braço do amigo e limpe o sangue do tapete com água morna e sabão.
9. Busque o gato no vizinho. Pegue um novo comprimido. Bote o gato dentro do armário da cozinha e feche a porta, mantendo a cabeça do gato para o lado de fora. Abra a boca do bichano com o auxílio de uma colher de sobremesa. Jogue o comprimido para dentro da boca com o auxílio de um estilingue.
10. Vá até a garagem e apanhe uma chave de fenda para colocar a porta do armário no lugar. Coloque uma compressa fria nos arranhões do seu rosto e veja quando tomou pela última vez a vacina antitetânica. Jogue a camiseta fora e apanhe outra em seu quarto.
11. Chame o corpo de bombeiros para apanhar o gato do alto da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se machucou tentando desviar-se do gato. Pegue o último comprimido do frasco.
12. Amarre as patas dianteiras nas traseiras com uma corda do varal e prenda o gato no pé da mesa de jantar. Coloque luvas de jardinagem. Abra a boca do gato com uma pequena chave inglesa. Coloque o comprimido seguido de um pedaço de filé mignon. Segure a cabeça dele na vertical e derrame meio copo d’água para ajudá-lo a engolir o comprimido.
13. Peça ao seu amigo para levá-lo ao pronto-socorro mais próximo. Sente-se tranquilamente enquanto o médico sutura seus dedos e braços e remove partes do comprimido que ficaram encravadas em seu olho direito. Pare na primeira loja de móveis no caminho de casa e encomende uma nova mesa de jantar.
14. Procure um médico veterinário que faça atendimento em domicílio.
Autor desconhecido
Uma pequena contribuição para o movimento #progargalhada que quer por todos a rir e que foi iniciado pela Maria das Palavras
Lá nos idos 2008, no Luso-poemas, coloquei este texto que me tinham enviado por email. Não faço a mais pálida das ideias quem o terá escrito mas é hilariante. Lembrei-me dele porque parece que ontem houve um corrupio de acesso a este texto no site (terá sido o dia internacional da depilação?)
Antes de o lerem, peguem em dois ou três lenços de papel, vão ver que vão dar jeito.
Então cá vai:
Estava eu assistindo TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas "partes".
Após alguns minutos ela veio com a seguinte ideia: Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça.
Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações e só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente.
Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o aceso à zona do agrião.
Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!
O Sr. Pinto já estava todo "pimpão" como quem diz: "sou o próximo da fila!!"
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as "outras coisas" que viriam.
Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem.
Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo.
Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino.
Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTAQUEOPARIU quase falado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera.
Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo.
Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!!
Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro.
Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo.
Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda.
Peguei meu gel pós barba com camomila "que acalma a pele", enchi as mãos e passei nos ovos.
Foi como se tivesse passado molho de pimenta.
Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meu pinto. Ele era tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero.
Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual um carrasco mandando eu entregar o presidente da revolução.
Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer.
"Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos", respondi.
Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!!
Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros.
Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.
Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos.
E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.
Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=45866 © Luso-Poemas
Aqui eu me confesso. Gosto de humor negro. Aliás, na prática eu gosto de todo o tipo de humor. Porque gosto de rir e porque a vida não pode ser levada demasiado a sério – afinal não saímos dela vivos, não é?
Mas, e aqui volta a velha história da liberdade de expressão, a minha liberdade de gostar de todo o tipo de humor não pode nem deve chocar com a liberdade de outros não gostarem. E tal como eu posso expressar que gosto, os outros devem poder dizer que não gostam sem terem sequer de explicar porquê e muito menos ser ofendidos por isso - da mesma maneira como não devem ofender quem gosta.
Isto a propósito de alguns comentários que li por ai contra a mensagem que Hugo Rosa deixou para a sua ex-namorada no Got Talent Portugal. Vejam lá o vídeo e voltem aqui depois.
Já viram?
Ok, então continuemos.
Eu respeito quem diga que isto não é humor. Bom, talvez o correcto seja dizer que, para as pessoas em causa, isto não seja humor. Para mim foi. Esclareço já, antes que me digam que eu tenho esta opinião porque ninguém da minha família tem ou teve cancro, que a minha tia – que eu amo imenso – tem cancro da mama, já teve metáteses no fígado e que já teve de fazer imensa quimioterapia.
Digo mais, eu escangalhei-me literalmente a rir, quer pela mensagem em si quer pelo ar pesaroso do comediante, enquanto a plateia e o júri chorava a rir e ele que não estava nem ai para o que o rodeava.
E antes que venham também dizer que eu acho que gozar com o cancro é humor porque não o tenho, aconselho vivamente uma visita a este blog e percebem que, quem tem cancro também brinca com ele (sim, não será toda a gente mas há quem o faça e de uma forma perfeita).
Eu sei que, o que vou dizer a seguir, vai chocar imensa gente. Mas lembram-se quando caíram as torres gémeas em Nova York, no dia 11 de Setembro de 2001? Uma semana mais tarde comecei a receber, no meu email, imagens e textos humorísticos sobre este terrível evento. E sim, eu ri-me imenso. Ainda hoje me rio quando ouço a música It's Raining Men de Geri Halliwell porque me lembro de um powerpoint que recebi, na altura, com essa música (e não preciso de explicar as imagens, certo?).
E será que o facto de me rir destes acontecimentos – do cancro, dos atentados de 11/09/2001, da segunda guerra, de naufrágios, etc – faz com que os leve menos a sério? Será que faz com que eu seja insensível? Eu acho que não. Rir deles faz com que os encare de forma mais leve e que tenha mais força interior para os aceitar. Afinal, como comecei por dizer ao princípio, não vale a pena levar a vida demasiado a sério, seja como for, não vamos sair vivos dela. Por isso há que aproveitar ao máximo e rir ajuda imenso a fazê-lo.
Querida Cris
Não há forma fácil de te explicar isto. Estou até com a voz embargada de emoção e custa-me a falar porque sei que vais ficar desiludida e vais pensar que toda a tua vida foi uma mentira.
Sabes, durante alguns anos eu também acreditei que havia glutões no Presto. Que, sempre que a roupa era metida num alguidar com água e Presto, apareciam aqueles bichinhos verdes e azuis e começavam a comer a sujidade. Confesso-te até que cheguei a ter medo de ficar em casa quando isso acontecia - imagina que um glutão tinha mais fome que os outros e resolvia sair da água e começar a comer tudo lá em casa? é que o conceito de sujidade é subjectivo...
Um dia descobri que afinal os glutões não existem e que a roupa também ficava lavada com outros detergentes! ou com sabão. E que o Presto era apenas mais uma forma de sabão.
É triste, não achas? fiquei tão desiludida... E por isso quis escrever-te esta carta para que esclarecer esta dúvida tão existencial!
Desta que se assina
a tua amiga
Magda
********************
Pessoinhas que vão ler isto, esta é uma private joke entre mim e a Cris que está nos comentários deste post. Não se ponham com ideias que isto é só mesmo uma brincadeira.
A propósito dum telemóvel que caiu na água, diz-me a minha filha:
oh mãe, é simples, metes num alguidar com arroz dum dia para o outro. Depois, durante a noite, o arroz atrai os chineses que depois arranjam o telemóvel. Vais ver que, de manhã está a funcionar lindamente.
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