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Esta localidade é Fajã de Ovelha, que fica na Calheta, na Ilha da Madeira. Não sei se sabem mas, para além dos livros, sou também uma apaixonada pela ilha da Madeira.
E foi de lá que recebi este email:
Moro numa zona rural da madeira onde as pessoas não têm grande tempo para leituras e muito menos dinheiro para aquisição dos mesmos.
Com esforço formei um grupo de leitura e empresto os que tenho depois cada um fala do livro que leu ou está a ler.
Como neste momento estou desempregada não me posso dar ao luxo de comprar livros e pensei que talvez nos pudesses oferecer alguns ou até falar com alguns conhecidos que nos possam oferecer.A zona tal como disse é rural, chama-se Faja da Ovelha e fica no concelho da Calheta. a freguesia tem se cerca de 700 pessoas em que 80% são idosos, porque os mais novos imigram devido á falta de emprego. No inverno o grupo tem cerca de 8/9 pessoas no verão não aparecem mais de 3, pois andam na agricultura até ao anoitecer.
Onde se junte um leitor e um livro, nasce uma biblioteca. E cada um de nós pode ajudar a alimentá-la. Basta que se pegue num livro - novo, ou que já não se quer, porque já leram, ou porque está repetido (e sim, isto já me aconteceu) ou porque já não pensam ler - e oferecer esse(s) livro(s) para o grupo de leitores da Fajã de Ovelha. Aos poucos, livro a livro, a biblioteca local irá crescer e o gosto pela leitura aumentará certamente.
Da minha parte vou escolher dois ou três e enviar para lá. Quem quiser fazer o mesmo basta que me contacte por email (magda.pais@gmail.com) que eu darei a morada para envio.
Conto convosco?
Update: se quiserem enviar directamente para a Junta de Freguesia também o podem fazer. Esta é a morada:
Junta de freguesia da Fajã da Ovelha
A/C: Elisabete Lourenço
Caminho de S. Lourenço,151
9370-362 Fajã da Ovelha
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Este ano, em Julho, em vez de ficarmos só em Sesimbra, resolvemos ir conhecer a Ilha da Madeira. Quer dizer, na verdade, eu já conhecia a Ilha – esta foi a minha sexta visita – mas o maridão e os filhotes nunca tinham lá ido.
Alugamos uma carrinha, ficamos na casa da minha comadre e do meu afilhado e, onze dias e quase dois mil quilómetros depois, ficamos a conhecer a Ilha da Madeira quase ao pormenor. Por terra e por mar. Foram onze dias de reencontros com a Fátima, que conheci na segunda visita que fiz à Ilha e com quem nunca perdi o contacto e que é, por direito, da minha família – e se outra razão não houve, porque é a mãe do meu afilhado. Foi também o reencontro com amigos e amigas que são como família. Onze dias de passeios, boa comida, excelente companhia e ainda melhor convívio.
A ilha continua tão linda como sempre a recordei. Muitas das estradas mais bonitas – mas também mais perigosas – foram fechadas (algumas por derrocadas) mas a beleza continua lá. Hoje é muito mais fácil (e mais rápido) percorrer a ilha de carro mas ainda há algumas estradas (como estas duas das fotos acima).
Ficou a faltar a visita a Porto Santo, mas tenho a certeza que lá iremos um dia. E que voltaremos à Ilha da Madeira.
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