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Quatro Patas

por Magda L Pais, em 07.11.18

É raro, raríssimo (nem sei se alguma vez aconteceu), haver um dia em que não apareça uma publicação nova no facebook dando conta de mais um cão abandonado ou violentado. 

É o cão que foi entregue no canil com 10 anos de idade porque compraram um novo (sim, era um cão de compra, de raça pincher) ou o cão que foi preso por uma corda à vedação. Ou o outro que foi atirado por cima do muro e que acabou morto, ou o que foi atado a um carro em andamento (e que também morreu). Ou a cadela grávida que foi cortada viva para lhe tirar os cachorros. Podia continuar com os exemplos mas acho que já perceberam a ideia.

E podem substituir os cães pelos gatos que o problema é o mesmo.

Isto faz-me tanta confusão que nem imaginam. Não é doar os animais a alguém que tenha mais ou melhores condições (até porque a minha Saphira veio para nossa casa porque  a colocaram para doação no OLX) - isto eu até entendo e não critico. Muitas vezes quem o faz não tem mesmo outra solução e não está exactamente a entregar o animal para abate ou a abandona-lo à sua sorte.

É exactamente isto - abandonar o animal - que me faz confusão. 

Conhecem os meus patudos não conhecem? A Bunny, a Saphira e o Fluffy? Não, são estes:

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E já vos contei que nos vamos ver livres da nossa filha em Janeiro já que ela vai estudar para a De Monfort University em Leicester.

Que é que uma coisa tem a ver com a outra?

Bem... é que nós vamos com ela, depois do Natal, até Leicester - Inglaterra - e por isso os patudos vão ter de ir passar uns dias no canil. Vão ficar num que já conhecemos, onde já ficaram noutras férias e no qual temos absoluta confiança.

Ainda assim...

Numa noite passada tive insónias. E só me lembrava que os patudos vão estar num canil em pleno inverno, com frio e chuva. É óbvio que não vão estar à chuva e ao frio, o canil tem uma boa parte interior mas não vão ficar em casa no quentinho. Não calculam o quanto me está a custar esta situação, apesar de saber que vão ser bem tratados, que nós temos mesmo de ir com a gaiata (nem outra hipótese se coloca) e que são apenas uns dias.

Posto isto... Como é que alguém consegue ter um animal em casa, tratar dele, ser amado por ele, vê-lo crescer e depois deixa-lo abandonado à sua sorte ou violenta-lo até à morte?

Que raio de gente é essa? (ou perguntando de outra forma: serão mesmo gente?)

May we meet again

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Quatro patas

por Magda L Pais, em 22.02.18

Apresento-vos a família de quatro patas completa.

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A Bunny, que ganhou este nome por nos ter adoptado quando íamos comprar comida para os coelhos

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O Fluffy, o mais recente. Vai ser um cão com 50/60 quilos, 60/65 cm de altura e ganhou o seu nome por causa do cão do Hagrid (Harry Potter)

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 A Riscas, chamada assim por causa da risca branca que tem no pelo

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 A Samedi, que veio para nossa casa a um domingo (e é a mãe da Riscas)

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 A Saphira, nome do dragão do Eragon

(fotos tiradas pelo meu gaiato)

 

Entretanto...

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Fluffy

por Magda L Pais, em 12.02.18

Quando decidimos mudar para uma moradia, decidimos também que iríamos ter mais um cão. Um rapazola que, ao mesmo tempo que fosse meigo e carinhoso, servisse de cão de guarda. Não para o ter na rua dia e noite, ao frio e ao calor, com chuva ou seca mas para estar connosco, em casa ou na rua e que, ao mesmo tempo, fosse cioso da sua propriedade sem que, no entanto, estivesse catalogado como raça potencialmente perigosa (quando é que se deixa cair esta idiotice das raças potencialmente perigosas?).

Encontrar todas estas características num cão não é tarefa fácil. Só por isso, optamos por, desta vez, comprar um cão. E antes que me caiam em cima por ter gasto dinheiro num cão, quando há tantos nos canis e quando os progenitores são, normalmente, mal tratados nas fábricas de cães, deixem-me dizer-vos que a nossa opção foi sempre comprar um cão do qual pudéssemos, antes de o comprar, ver os pais e as condições em que são tratados, ver como eram tratados os cachorros... enfim, fazer uma pequena vistoria para não alimentarmos as ditas fábricas de cães, locais que abomino.

Pensamos, inicialmente, num Serra da Estrela. Excelentes cães, lindíssimos, resistentes, bons amigos e bons cães de guarda. Mas depois... bem, um Serra da Estrela tem imenso pelo. Pelo a mais para os verões que se tem feito sentir na zona onde vivemos. Ter um animal que sei que vai, muito provavelmente, passar mal quando estiver demasiado calor não faz sentido (para mim).

Surgiu, na semana passada, no meu facebook, num dos grupos de vendas, a foto duns cachorros lindíssimos que estavam para venda. Raça: cane corso italiano. Soubemos o preço, decidimos que era provável que fosse mesmo esta a raça que queríamos e ontem lá fomos ver os cachorros.

Os pais estavam bem estimados e bem alimentados. Mãe e Pai são exemplares de fazer inveja a qualquer um. Ares ferozes mas, ao mesmo tempo, uns olhos bem meiguinhos. Os doze cachorros limpos Q.B. (desconfio que seja impossível ter doze cachorros com quase três meses limpissimos), bem alimentados, com espaço para brincarem e fazerem tropelias.

Dos quatro que ainda estavam disponíveis, um não saiu de perto de nós. Foi amor reciproco à primeira vista e, portanto, o Fluffy veio connosco para casa, onde já se esteve a ambientar à sua caminha e ao meu canto preferido:

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A prova de que estes cachorros - ao contrário das fábricas de cães - foram tratados com amor (quase tanto como o Fluffy vai receber cá em casa), é que a criadora, quando se despediu dele e de nós, estava a chorar copiosamente. Já lhe prometemos que lhe iremos enviando fotos do pequeno (que chegará aos 50 quilos em adulto!) e que, se ela quiser, o pode vir visitar.

Quanto às manas, a Bunny e a Saphira, olham para ele meio desconfiadas. Aos poucos haveremos de chegar ao entendimento entre os três, de certeza. Porque a partir do momento em que entram na nossa porta, não há raças. Há a Bunny, a Saphira e o Fluffy. Só isso interessa.

Entretanto...

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Porque hoje é o dia delas...

por Magda L Pais, em 04.10.17

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Nada como vos contar a história dos meus animais... 

Quanto eu era pequerrucha, a minha avó adoptou uma cadelinha preta com a ponta do nariz branca, também pequerrucha, a quem demos o nome de Nancy, a minha boneca preferida da altura. Mais ou menos 18 anos depois a Nancy morreu e, apesar de pequenina, deixou um grande vazio no coração de todos os que conviveram com ela.

Uns anos mais tarde ofereceram-me um gato. O Menino. Laranjinha, um mimoso. A minha mãe, que odiava gatos e que quase que me bateu quando eu aceitei a prenda, ao fim duns dias começou a pedir-me para o levar para casa dela durante o dia porque “coitadinho, fica aqui sozinho enquanto estás a trabalhar”. E pronto, de manhã eu saia para o trabalho, pouco depois a minha mãe ia buscá-lo à minha casa e à hora do jantar, quando eu chegava, a minha mãe levava-o de volta para a minha casa. Entretanto começou a chuva e o inverno e “ai, tadinho do Menino, está tão mau tempo para andar com ele para trás e para a frente, hoje fica aqui que não me apetece sair, amanhã não porque está chuva….” Resultado, o Menino passou a ir passar os fins-de-semana a minha casa. Mas claro que isso também foi sol de pouca dura e o Menino passou a ser o gato da minha mãe. Que, entretanto, se apaixonou por uma gata de rua que acabou por ir para a minha casa. Era a Menina. Depois da Menina veio a Anita e a Rita, duas gatas bebés salvas da rua e que, com a Menina, ficaram comigo até eu engravidar. Nessa altura, porque eu não podia tomar conta delas, foram para casa da minha mãe. Morreram já todos, o Menino, a Menina, a Rita e a Anita. Mas a minha mãe - aquela que não gostava de gatos - adoptou mais dois.

Mais uns anos se passaram, e porque os meus filhos queriam muito ter um animal doméstico, compramos um coelho, o Friday e uma coelha, a Samedi. Descuidou-se a filha, o casal de coelhos aproveitou, e nasceu a Riscas, o Bolinha, o Pata Branca e o Cinzento. O Bolinha morreu pouco tempo depois e o Cinzento meia dúzia de meses depois. Entre a morte do Bolinha e a morte do Cinzento, numa ida às compras de feno, vimos o Manga e levamo-lo para casa. Infelizmente morreu uns dias depois e a loja, num acto que só posso elogiar, ofereceu-nos a Snow. Hoje só a Sam e a Riscas estão vivas, de boa saúde.

Pelo meio tivemos o Sunday, Minga, o Mingo, a Samurai e o Robin, os nossos hamsters. Infelizmente já todos morreram.

Mas a minha filha o que queria mesmo era um cão. Mas a resposta era sempre que não. Porque não tínhamos vida para isso, porque um cão dá muito trabalho, porque não, porque é assim… no dia 6 de Janeiro, há quatro anos, numa história que já contei aquiadoptamos, de impulso, a Bunny.

E chegámos a Março de 2013. Nesse mês andava o meu marido de volta do OLX, sabe-se lá porque, quando viu que estava uma cadelinha de 7 meses a ser dada para adopção. Tal como com a Bunny foi amor à primeira vista para todos nós. De tal modo que, nessa noite e no dia a seguir mandei mensagens, mails e tentei ligar para a pessoa que a estava a dar, sempre sem sucesso. E quando disse – esta é a última tentativa – a pessoa atendeu-me. Mas a notícia que tinha era que a cadela já estava prometida a outro casal. Foi uma desilusão. Depois de desligar, ainda lhe mandei uma mensagem a dizer “vamos todos, lá em casa, rezar para que desistam da cadelinha porque nós queremos mesmo ficar com ela”. E não é que, passadas umas horas, recebi um sms a dizer “as vossas preces foram ouvidas. Quando é que querem vir buscar a cadelinha?”. Na manhã do dia a seguir fomos buscar a Saphira que saltou, literalmente, para o colo do dono assim que o viu. Nem sequer olhou para traz, para a ex-dona.

Passaram-se quatro anos. E, lá por casa, somos quatro seres humanos, duas cadelas, duas coelhas e um peixe.

Apesar da trabalheira que dá limpar a gaiola das coelhas, do chão da casa ter sido substituido, de alguns moveis estarem inutilizados, roupa estragada, livros destruídos, pelos por todo o lado, contas de veterinário e de comida, sapatos estragados, etc etc, a verdade é que a nossa casa só agora, com as nossas meninas que aparecem na foto acima, está completa. Se dão trabalho? Dão, muito. Porque se tem de ir à rua com elas, limpar quando fazem as necessidades em casa, ir ao veterinário, controlar o latido para não incomodarem os vizinhos, etc etc. Se compensa? Sem dúvida. Fazem-nos rir, fazem companhia, tem, por nós, um amor incomparável com qualquer outro. Foram uma adopção de impulso, contrária a tudo o que é recomendado pelos especialistas, mas, sem dúvida, a melhor decisão que podíamos, enquanto família, tomar.

Se podíamos viver sem os nossos animais? Não, sinceramente, hoje afirmo que não, que não podíamos viver sem eles.

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Ir de férias com os nossos animais

por Magda L Pais, em 24.08.17

Aparentemente está cada vez mais fácil poder levar os nossos cães de férias connosco, como qualquer membro da família. Aliás, basta consultar o Booking.com ou o trivago.pt e vemos, com agrado, a seguinte frase: traga o seu amigo de quatro patas! Este alojamento aceita animais de estimação.

Mas será mesmo assim?

Tínhamos pensado, inicialmente, ir passar uma semana de passeio pelo norte de Portugal agora em Setembro, antes das aulas iniciarem. Mas como entretanto decidimos mudar de casa, optamos por poupar o dinheiro dessas férias para os gastos inerentes a uma mudança de casa. Mas como o bichinho do passeio ficou, pensamos em ir passar apenas 3 dias – sexta a domingo – num sítio qualquer. E, imbuídos do espirito “traga o seu amigo de quatro patas” pensamos em levar a a Bunny e a Saphira connosco. Sempre poupávamos 60 euros (o custo do hotel para cães onde elas ficam quando é preciso) e estava a família toda junta.

E lá fui eu, feliz da vida, procurar um hotel que aceitasse animais, a uma distância no máximo de duas horas de casa para esse fim de semana. Primeira opção, Sertã. Bónus pelo sítio, sempre podia comer maranhos e visitar alguns amigos que não vejo há mais de 20 anos (nem tentem perceber porquê, tem uma razão válida para ter acontecido). O hotel aceitava animais, até tinha um comentário de alguém que diz que pode levar a sua cadela… por nós estava feito, tudo a favor.

Mas como eu sou desconfiada destas coisas, depois da marcação feita, liguei para lá a confirmar se as podia levar. Só tive tempo de dizer: temos duas cadelas… e nem continuei porque fui logo interrompida pela senhora que me atendeu, dizendo: nem pense em trazê-las para cá. Como???? Eu ainda retorqui dizendo: mas no booking.com diz que aceitam animais… a resposta foi: eu é que sei o que aceito. Se fosse uma cadelinha de colo eu ainda abria uma excepção, agora duas? Nem pense. Anule lá a reserva que eu não quero cães aqui.

Fiquei logo com os cabelos em pé. Digam-me lá, de que serve anunciar que aceitam animais se depois não os querem lá? Não percebem que, assim, ainda é mais negativo para o hotel?

Na tentativa seguinte, mas para Reguengos de Monzaraz, a conversa foi outra. O proprietário explicou-me que não tem problema algum com cães, havendo apenas duas condições: que se pague um adicional de limpeza pelo quarto e que não haja mais cães, naquele período no hotel. Consigo perceber ambas. Por mais cuidado que se tenha, cães largam pelo e, naturalmente, a limpeza tem de ser maior que o normal. E havendo dois cães que não se conheçam no mesmo espaço, tanto pode correr bem como mal. Correndo mal, fica o fim de semana estragado para todos sem necessidade. Assim sim. Está feita a reserva e estamos apenas à espera que nos confirmem se não há mais reservas, para esse fim de semana, com cães envolvidos.

Duas experiências sobre o mesmo tema. A mesma comodidade anunciada nas reservas. Dois resultados opostos.

Mais alguém teve uma experiencia deste género que queira partilhar? Ou um local que conheçam onde possamos ir descansados com as nossas patudas para que elas possam ter mais dias felizes como este:

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#naohadesculpa

por Magda L Pais, em 31.07.17

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Nas férias, no Natal, no Inverno. Porque fazem xixi, porque ladram, porque deitam pelo. Porque nasce um bebé, porque mudam de casa ou de cidade. Porque estão velhos, porque são novos, porque estão doentes ou porque precisam de vacinas. Porque roem os livros. Porque há alergias, porque o veterinário é caro, porque...

Mil e uma razões, nenhuma delas realmente válidas. Não há, realmente, razões válidas para abandonar os animais. Quando se adopta um cão, um gato, um coelho ou uma tartaruga, assumimos um compromisso. Com eles, com os animais que passam a fazer parte da nossa família. Um compromisso até que a morte nos separe.

A nossa família, neste momento, tem 4 seres de duas patas e 4 seres de quatro patas. A Bunny e a Saphira adoptaram-nos como família há quatro anos. Podem, se tiverem curiosidade, saber a história da adopção da Bunny aqui  e da adopção da Saphira aqui.

Desde o primeiro dia (e apesar de ter sido uma adopção de impulso) que assumimos o compromisso de dar o nosso melhor pelas nossas meninas. Em tudo. E isso inclui virem de férias connosco para Sesimbra. E leva-las à praia quando anoitece e poucos seres de duas patas lá andam. Elas deliram, a Bunny dentro de água e a Saphira na areia. Correm, brincam, nadam, escavam, sempre sobre o nosso olhar atento. E mesmo que isso signifique que jantamos à meia noite não faz mal porque só olhar para a felicidade delas é mais que suficiente.

A Samedi e a Riscas são as nossas coelhas. Essas ficam em casa. Nos primeiros anos - quando tínhamos seis coelhos - vinham também connosco mas entretanto percebemos que era muito stressante para os coelhos saírem do seu ambiente e por isso a nossa amiga Nanda vai lá a casa uma ou duas vezes por dia para tratar da Samedi e da Riscas.

A União Zoófila está a juntar, num só álbum, as fotos que lhes são enviadas de animais em férias. Ora espreitem lá como os animais ficam tão felizes com os seus donos.

Pela minha parte... ora vejam as nossas meninas:

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 (férias na praia, para a Bunny, implica nadar atrás das gaivotas)

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 A Saphira é muito ciosa das minhas leituras...

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 As quatro meninas, pouco antes de virmos de férias. A Samedi é a coelha preta, mãe das Riscas

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 Já a Saphira só entra na água se for obrigada ou se for a correr atrás da Bunny. Prefere escavar ou rebolar na areia

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 Impossível resistir a este ar de felicidade

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Bunny & Saphira

por Magda L Pais, em 09.12.16

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 em modo Boas Festas

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Rafeiras

por Magda L Pais, em 02.12.16

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 Diz que hoje é dia do rafeiro. Aqui ficam as minhas rafeiras puras, num dia especialmente cansativo. Vida de cão...

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Biscoitos para cães

por Magda L Pais, em 18.09.16

A nossa Saphira fez anos esta semana. Quatro anos de idade. E a minha gaiata quis comemorar este marco duma forma especial e hoje foi para a cozinha fazer uma receita de biscoitos próprios para cães, que foi a delicia das patudas. 

Primeiro as fotos:

14407904_10154640192989636_558700715_o.jpgUns com cobertura, outros sem.

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O interior dos biscoitos.

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O ar deliciado da Bunny.

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A Saphira a comer o terceiro...

E a receita? Podem encontrá-la aqui. Para o molho de maça usamos esta receita sem o açúcar e o sal.

Agora vou ali num instante guardar os que sobraram senão as meninas comem todos os biscoitos que foram feitos.

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A família de quatro patas

por Magda L Pais, em 14.02.16

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As cadelas mais lindas

por Magda L Pais, em 28.12.15

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 são as minhas, certo?

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Saphira

por Magda L Pais, em 15.09.15

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Esta carinha laroca que dá pelo nome de Saphira faz hoje três anitos. 

Parabéns cabra maluca, aí, perdão, Saphira!

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Guincho

por Magda L Pais, em 10.09.15

Ontem fomos ao Guincho. E as gaiatas de quatro patas não se divertiram nada como se pode ver:

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 Claro que nós também nos divertimos. E, para acabar em beleza, nada como um gelado no Santini.

Ahhh as férias... as férias!

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Bunny & Saphira

por Magda L Pais, em 26.08.15

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No dia Mundial do Cão, uma homenagem às patudas lá de casa, que, em boa hora, nos adoptaram

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Na saúde e na doença

por Magda L Pais, em 07.08.15

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(Depois dum final de tarde na praia, o dia a seguir é passado assim)

Contava-me aqui há dias uma amiga que, quando lhe perguntaram onde ia de férias e ela respondeu que não iam sair de casa porque a cadela mais velha está doente e não pode viajar, ficaram a olhar para ela como se fosse uma ave rara e ainda disseram, escandalizados: mas não vais por causa da cadela?

Ora vamos lá a ver. Se um de vocês, em casa, estiver doente e não poder ir viajar ou, eventualmente, esteja em risco de vida, os outros vão, alegremente, de férias e borrifam-se para o doente? Se é isso que fazem, bom, então sim, admito que fiquem escandalizados por uma família não abandonar um dos seus membros por essa mesma razão. Se não o fazem, então porque razão se admiram que alguém o faça?

Quando adoptamos – ou melhor, quando fomos adoptados – a Bunny e a Saphira as nossas meninas, elas passaram a fazer parte integrante da família. São animais, é verdade, tem quatro patas em vez de duas, mas as diferenças terminam por ai. Assumimos, com elas, um compromisso que só cessará no dia em que elas morram. Tal como num casamento, é um compromisso a cumprir no bem e no mal, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.

E é, também, um compromisso a cumprir no Verão e no Inverno, no Outono e na Primavera. Todos os dias do ano.

Até que a morte nos separe.

E porque assumi esse compromisso – aliás, assumimos todos lá em casa – tal como a minha amiga, seria incapaz de ir de férias se uma delas estivesse doente e não pudesse viajar.

Tal como faria com qualquer outro membro de família.

Pena que algumas pessoas não o façam e abandonem membros da família por desculpas esfarrapadas.

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