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Triipi

por Magda L Pais, em 09.09.14

Eu acho que, quem, como eu, gosta de ler e de ter livros, está sempre à procura de forma de ir melhorando a experiencia da leitura (se bem que o ler, só por si, é uma experiencia única), e, ao mesmo tempo, de manter os livros em bom estado.

Primeiro foi a questão da marcação da página onde estou. Quando comecei a ler, o hábito instituído era dobrar o canto da página. Achava sempre que estava a estragar o livro mas, na altura (p’rai no século passado) era o que se fazia, não havia marcadores de livros. Aos poucos foram surgindo os marcadores. De papel, de plástico, magnéticos, etc. Fui conquistada por um que comprei há uns anos na Fnac e que é super simples – um elástico com um boneco. Tem várias vantagens e a principal é que não sai do sítio!

Resolvida esta questão, veio o problema de andar com o livro sempre na mala. Ou no saco da praia. Ao fim duma semana na mala, as capas acabavam por ficar em mísero estado (quando não se rasgavam). Um dia encontrei a solução – as capas Dub. São giras, práticas e protegem imenso o livro. Lá em casa brincam sempre comigo – o teu livro das bolinhas deve ser mesmo bom, andas sempre a lê-lo – mas a verdade é que agora os meus preciosos livros têm as capas em excelente estado, por mais que andem comigo nos transportes públicos, no saco de praia, etc, etc.

A seguir era preciso registar os livros que já li, saber a opinião dos outros leitores, registar os livros que tenho. Apresentaram-me o Goodreads e ficou esta questão muito bem resolvida.

Veio depois a falta de vista – lá vieram os óculos e os meus livros ganharam nova vida.

Depois de tudo isto só me faltava uma coisa.

Na casa dum amigo encontrei, há uns anos, o sofá dos meus sonhos. Não me perguntem a cor, o formato ou o que for do sofá, porque não sei. O que sei é que o sofá, que ele herdou dum bisavô, tem um braço metálico e no fim um apoio para livros em madeira. Lindíssimo e que facilita imenso para estar a ler num sofá sem que os braços se cansem.

Nunca vi um sofá destes à venda e sempre tive este problema. Ler no sofá ou na cama deixa‑me os braços dormentes. Um outro problema que estava sem solução era o da leitura na praia. É um dos meus sítios preferidos para ler mas o livro sofria sempre consequências – ou ficava com areia porque me deitava de barriga para baixo na toalha e, inevitavelmente, o livro lá caia na areia; ou ficava molhado porque me sentava na cadeirinha depois do banho e o pobre do livro lá tocava no fato de banho.

Até que descobri as Triipi. E com a Triipi resolveram-se estes problemas todos. Não tenho o sofá, é verdade mas a Triipi faz o mesmo efeito de apoio. No sofá, na cama, na cadeira ou na mesa, ponho a Triipi, o livro apoiado e os óculos e posso ler sem que me cheguem a doer os braços. Se vou para a praia, a Triipi vai comigo e como é impermeável pode-se molhar à vontade e o livro fica protegido. E posso também colocá-la na areia, com o livro por cima e pronto, nada de areia no livro. Com a Triipi os meus livros estão ainda mais protegidos e eu usufruo ainda mais do prazer da leitura.

E, como podem ver na imagem acima, as Triipi também servem para os tablets, phablets, máquinas fotográficas, telemóveis, etc. Uma panóplia de utilizações em padrões lindíssimos.

Agora, eu, a Triipi, o meu livro (das bolinhas) e os meus óculos, somos inseparáveis.

 

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12 comentários

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De M* a 09.09.2014 às 22:46

Preciso de uma coisa dessas! :)
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De Magda L Pais a 09.09.2014 às 22:55

Acredita, depois de a teres, vais pensar "como e que eu vivi sem isto?!"
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De M* a 10.09.2014 às 10:10

Acredito que sim... haver se as minhas finanças ajudam

Ah e parabéns pelo destaque :)
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De Magda L Pais a 10.09.2014 às 10:41

Obrigado!
as Triipi não são caras (ainda para mais considerando os benefícios )
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De Sofia Margarida a 10.09.2014 às 10:06

Que ideia fantástica :D
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De Magda L Pais a 10.09.2014 às 10:41

é mesmo :)
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De :P a 10.09.2014 às 10:33

No século passado não havia marcadores de livros !? Ou você na altura ainda lia a Anita ou vivia numa montanha recuada do interior onde isso fosse considerado tecnologia de ponta.
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De Magda L Pais a 10.09.2014 às 10:49

caríssimo ou caríssima , eu comecei a ler livros que não fossem da Anita aos 8 anos. Nessa altura garanto-lhe que não havia marcadores de papel. Apareceram uns anos mais tarde, não muitos é verdade, mas só uns anos depois. E não, não vivia numa montanha recuada no interior.
Obrigado pelo comentário
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De M.J. a 10.09.2014 às 14:09

ai oh pá, vou copiar as várias ideias.
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De Magda L Pais a 10.09.2014 às 14:12

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De Paula a 31.08.2015 às 09:02

Até podia haver marcadores de livros, mas não havia o hábito difundido de os utilizar!
Marcar páginas, dobrando as mesmas, bilhetes do combóio ou do eléctrico, contas da mercearia, tudo servia para marcar livros!
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De Magda L Pais a 31.08.2015 às 09:05

tudo e mais um par de botas. Mas a maioria era mesmo dobrando o canto da folha

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