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Triplo

por Magda L Pais, em 30.07.15

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Triplo de Ken Follett

Editado em 2013 pela Editorial Presença

ISBN: 9789722350334 

Sinopse

No ano de 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar o Egito da bomba atómica com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar provas que comprometessem Israel. Follett pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela um thriller único, onde um suspense de alta voltagem se combina com factos históricos. 

A minha opinião

Primeiro livro lido no Clube da leitura organizado pela Dona Pavlova de onde tambem fez parte a Joana. Tratando-se de Ken Follet – um dos meus escritores favoritos – dificilmente me iria desiludir.

Mais uma vez, a história real mistura-se com a ficção. KF pegou num acontecimento histórico – o desaparecimento de 200 toneladas de urânio, provocado por Israel – e romanceou o resto, a forma como tal aconteceu.

Nathaniel é um judeu que sofreu horrores nos campos de concentração. Quando a segunda guerra mundial termina, Nathaniel vai estudar para Oxford, e conhece a mulher do professor Ashford por quem se apaixona. Cortone, um mafioso italiano que deve a sua vida a Nat visita-o na Universidade tendo a oportunidade de conhecer Eila, acabando, ambos, por descobrir que Eila é amante de Yasif Hassan.

Uns anos mais tarde, Nat pertence aos serviços secretos Israelitas e é incumbindo de roubar urânio para que Israel possa construir uma bomba atómica para que fique em pé de igualdade com o Egipto. Ao fazê-lo, acaba por reencontrar Hassan e Rostov, que conheceu em Oxford bem como Suza, a filha de Eila e Ashford.

O roubo do urânio terá de acontecer sem que a Eurotron – a entidade que controla a circulação de urânio na europa – se aperceber mas também sem por a vida de Nat em risco. Será que é possível?

Uma trama bem ao jeito de Follet – espiões de dupla face, espiões rígidos e o amor que tudo vence – ingredientes que, mais uma vez, fazem deste livro uma leitura bastante aprazível, sendo certo que o assalto (não interessa ao quê) é um dos momentos mais intensos e que me obrigou a quase me escaldar ao sol porque não consegui interromper a leitura enquanto o dito não acabou. Quando tal acontece… é porque o livro vale mesmo a pena, mesmo quando o final é previsível.

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1 comentário

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Dona Pavlova a 30.07.2015

Também e dos meus escritores favoritos... E enquanto esperava por vocês, comecei e já estou a acabar  o Voo das Águias... e é fenomenal!
Quanto ao Triplo, gostei e não desiludiu como tu dizes, bem ao estilo do Ken, apesar de eu gostar que os livros me surpreendam e, como não sou muito romântica, gosto que nem sempre acabem bem ;)

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