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Uma paixão chamada livros #14

por Magda L Pais, em 14.05.15

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Neste desafio que leva 45 dias e que começou a 1 de Maio, hoje é dia de falar no 

 

Livro comovente

Desde que me lembro de ser gente que me lembro de estar acompanhada dum livro. É, por isso, muito complicado falar em apenas um livro comovente, por isso irei falar nos livros mais comoventes que li.

A Princesinha de Frances Hodgson Burnett

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Diz a sinopse: "Alguma coisa surgirá, se eu pensar e esperar um pouco. A Magia dir-me-á — afirmou numa voz suave e expectante." Sara Crewe, uma aluna excepcionalmente inteligente e imaginativa do Colégio de Miss Minchin, fica devastada quando o pai morre. Sem dinheiro, Sara é rebaixada, humilhada e forçada a trabalhar como criada. Mas a história não acaba aqui e o seu destino reserva-lhe a felicidade.

Foi esta a edição que li, na casa da minha avó. Tocou-me imenso a história de Sara, uma menina rica, que, quando o pai morre, se vê obrigada a sobreviver como pode.

 

A Lista de Schindler de Thomas Keneally

 

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A história verdadeira deste homem que enfrentou perigos inacreditáveis e sacrificou tudo o que possuía, colocando em jogo a própria liberdade, para salvar mais de mil pessoas. Partindo dos testemunhos dos Schindlerjuden - os judeus de Schindler -, Thomas Keneally compôs um romance notável e comovente, que retrata a coragem, a generosidade e a perspicácia de um herói em meio às cinzas do holocausto. Escrito com paixão, mas também com absoluta fidelidade aos fatos, A Lista de Schindler valeu a seu autor o cobiçado Prémio Booker, da Inglaterra. Levado ao cinema com grande sucesso por Steven Spielberg, foi eleito o melhor filme de 1993 pela Associação dos Críticos de Nova York e de Los Angeles.

Foi dos poucos livros que tive de interromper a leitura por estar a chorar. Vibramos com cada um dos judeus que Schindler consegue salvar e choramos por todos os outros. Arrepiante mas real.

 

A Culpa é das Estrelas de John Green

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A culpa é das estrelas não é o melhor livro de sempre nem sequer o melhor livro de John Green. Mas é quase impossível não nos comovermos com o final da história de amor de Hazel e Augustus - mesmo que esse final esteja marcado desde que o livro começa.

 

Convergente de Veronica Roth

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Convergente, aquele que devia ser o último livro desta saga (saiu depois o Quatro mas que não acrescenta nada à história), tem um final inesperado que é anunciado, nas entrelinhas, ao longo dos três volumes. Chorei e fiquei com um nó cego no cérebro - mas como é que isto acontece no final? - mas a verdade é que acontece.

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Desde o dia 1 de Maio, e por 45 dias, fala-se de livros neste blog e no blog da M*. São 45 posts que nos levam a partilhar gostos e experiências sobre o mundo dos livros e, ao mesmo tempo, a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Podem encontrar aqui as minhas respostas e aqui as respostas da M*.

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32 comentários

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Corvo a 14.05.2015

Ó Magda! As inefáveis recordações que esse livro, a Pequena Princesa, em mim espoletam. Foi o meu primeiro livro a sério, considerando os meus nove anos, que adquiri com o suor do meu esforço. Ganhei-o quando a minha indelével professora iniciou a campanha de premiar os melhores alunos.
Dava-nos um teste com 25 perguntas e quem tivesse melhor aproveitamento ganhava-o.  Ganhei-o eu sem errar uma pergunta que fosse; e todos outros. Ganhei-os sempre, nunca falhei nenhum.
Também o  grande amor que já sentia por ela, adorável e belíssima senhora de 28 anos,  ajudava, e de que maneira, a que eu me esforçasse a valer
Minha doce e meiga professora, meu primeiro grande amor. Acho que essa história de paixão avassaladora merece um dia ser contada.
Ah, mas estávamos a falar da Pequena Princesa. Eu acho que o título não era esse e penso que era "A Princesinha"
Agora quando compro livros, normalmente vou pela capa. E nem imaginas as agradáveis surpresas com que me deparo.
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Magda L Pais a 14.05.2015

ena, mais alguém que leu este livro lindíssimo. Sim, era a Princesinha. Um dos livros mais bonitos de sempre. Adorei. Lia-o em casa dos meus avós.
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Corvo a 14.05.2015

Eu tenho estado à espera de ver na tua rubrica de um livro por dia, qual a maior fraude de leitura que já te passou pelas mãos, ou melhor; pelos olhos. Qual o livro recomendado e enaltecido para lá das galáxias e que, afinal, não passa da maior fraude literária alguma vez escrita.
Parece que depois da euforia também se deram conta disso, que do dia para a noite nunca mais ninguém falou nele
Sem que não antes e como toda a estupidez que se preze, não fosse levado ao cinema.
Se encerrares a rubrica sem que tal obra prima da asinina criatividade seja referida, eu trago-o à baila

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